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Quanto mais os taxistas protestam mais a Uber agradece

Os taxistas terminaram esta quarta-feira o protesto que durava há oito dias. Fizeram-no depois de terem, do lado do PS, a promessa de que as autarquias vão ter competências no licenciamento. O que quer isto dizer? Ninguém sabe. Pode ser tudo ou pode não ser nada. Ainda vai ser discutido no Parlamento e é demasiado cedo para se perceber. O que parece óbvio é que, para já, estes dias de protesto correram contra os interesses dos taxistas que andaram a ‘promover’ o negócio da Uber e saem com uma promessa mais ou menos vaga.


Porque, por mais simpatia que se possa ter pelas reivindicações dos taxistas, as pessoas precisam de se deslocar e, à falta de táxis, acabaram por ser empurradas para a Uber. Tendo como amostra apenas o meu círculo pessoal, que vale o que vale, foram muitas – mesmo muitas – as que usaram pela primeira vez as plataformas nestes oito dias. Pessoas que, em muitos casos, vão passar a ser clientes. Basta ver como as tarifas e o tempo de espera aumentaram.

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