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A próxima crise vai ser já em…

Há uma frase sábia que diz que até um relógio parado acerta nas horas duas vezes ao dia. Alguns arautos da desgraça fazem lembrar estes relógios. Passam a vida a anunciar a próxima crise e por vezes até acertam. Ou melhor, parece que acertam. Muitos destes palpites funcionam como uma espécie de horóscopo: são suficientemente vagos e genéricos para encaixarem em tudo ou quase tudo. Uma crise pode ser uma simples recessão, como as que acontecem com frequência, ou ser uma depressão grave como a que o mundo viveu a partir de 1929 ou, mais recentemente, com o estouro do subprime.

Quando, na semana passada, Nouriel Roubini falava numa nova crise já em 2020 estava, apesar de tudo, a referir-se a algo mais ou menos concreto: uma recessão global – ou seja, uma queda do PIB mundial – e uma crise financeira. É mais preciso do que falar simplesmente em crises, embora na espuma mediática tenha sido interpretado por muitos como o anúncio de uma nova crise financeira semelhante à de há 10 anos. O que faz toda a diferença.

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