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A minha carta de Natal

Prof. Luísa Vasconcelos

Minha porque a recebo. Minha porque a quero abrir. Façam-me o favor de ser vossa.

Retirado o carinho e a generosidade de quem ma dá (sempre me deu) fica uma mensagem política actual, do antes e do depois. "Pare, escute e olhe". Apenas um sinal de trânsito.

Os melhores próximos Natais.

Diz:

DESERTOS

Aparentemente parados. Em movimento. Aparentemente quietos. Inquietos. Aparentemente em turbilhão enebriado. Em pensamento organizado. Aparentemente com falsos de equilíbrio. Seguros no passo certo. Aparentemente eleitos do sem norte. Marcam o destino. Aparentemente nos odores secos da secura. Tantas lágrimas de esforço. Aparentemente no zunido confuso dos sons. Ansiosos de harmonia. Aparentemente na valsa última. Mas que engano. São assim os desempregados. Mas têm o vigor enorme, potencial escondido que poucos sabem ver, sabem explodir. BASTAS-LHES UMA ENXADA!

Este texto é da inteira responsabilidade do autor e da entidade representada.