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Expresso

Nysse Arruda Sailing

Transat Bretagne-Maritinique - junto à costa de África

Alguns skipers solitários navegam a 2 milhas de distância da costa marroquina.

DR

Nysse Arruda

A frota de skipper solitários segue tão próxima da costa marroquina que alguns navegadores conseguiram até fotografar as cidades à beira-mar. Numa rota inédita numa travessia do Atlântico e embalados por um vento de nordeste com força de 15 a 20 nós, os velejadores navegam em condições ideais - com exceção dos dois skippers, Damien Guillou, ainda líder da frota, e Arnaud godard Philippe que seguiram a oeste da Madeira e das Canárias e que contam com vento oeste de 14 nós. A grande questão tática agora é o momento de alterar o rumo para oeste.

Apesar da navegação delicada por entre os vários barcos de pesca e os potes de pesca na rota, os nove skippers solitários que seguiram mesmo junto à costa marroquina estão a beneficiar de ventos estáveis. "Navegamos com velocidade de 9,1 nós, o que é muito bom para um Figaro Bénéteau. Os ventos de 15 a 20 nós e o mar bem formado sáo ideais para o barco e o piloto automático trabalha sozinho, sem necessidade de afinação.", disse Erwan Tarbaly, do veleiro Armor Lux - Comptoir de la Mer, 3º colocado, a 137 milhas do líder Damien Guillou.

Os skippers solitários seguem em manobras junto à costa africana e um deles - Fabien Delahaye chegou mesmo a estar a 2 milhas de distância de terra firme. "Estou bem contente e em boa posição depois de ter entrado na baía entre Laâyoune - Boujdour. Tive de estar muito alerta pois neste local a profundidade é de apenas 8 metros.", contou Delahaye, do veleiro Macif 2012.

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