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Cidades inteligentes estão a chegar (vídeo)

Num futuro não muito longínquo, as nossas casas podem vir a ter uma espécie de vida própria. Todas juntas formarão cidades inteligentes. (Veja no final do vídeo a rubrica Global Net, uma parceria editorial do Falar Global com o Expresso)

Como serão as cidades do futuro?

Com certeza mais inteligentes autónomas e amigas do ambiente. As nossas casas, por exemplo, podem vir a ter uma espécie de vida própria. Poderão ser produtoras de energia com capacidade suficiente para alimentar as suas necessidades e ainda carregar as baterias de um carro eléctrico, para além de injectar potência na rede nacional. 

Esta gestão é possível através da microgeração, que utiliza contadores inteligentes que já podem se instalados em nossas casas, e que permitem aproveitar as horas de menor consumo para armazenar energia para as alturas com maior actividade, como explica Fernando Silva da Siemens: "Estamos a falar de soluções que permitem aos utilizadores serem simultaneamente consumidores, armazenadores e produtores de energia". 

Estas redes inteligentes  apresentam-se como o futuro do consumo e da produção de energia, mostrando-se essenciais para integrar eficazmente na rede eléctrica fontes renováveis como a energia eólica e solar. 

Transportes inteligentes

A introdução do carro eléctrico irá revolucionar por completo a utilização do automóvel. A questão não é se vai ser possível, é quando é que passará a ser uma realidade. "Com o carro eléctrico podemos carregar a bateria do nosso automóvel durante a noite, quando as tarifas são mais baixas, e guardar essa energia para  posteriormente descarregá-la para a rede quando tivermos também um retorno económico mais interessante". 

Uma cidade sustentável terá ainda que encontrar soluções de tráfego que permitam reduzir as emissões de dióxido de carbono e simultaneamente produzam mecanismos de controlo de entradas e saídas de automóveis nos centros urbanos.  No futuro serão projectadas plataformas comuns para agregar vários meios de transporte aumentando a mobilidade. Os transportes rodoviários incluirão cargas e passageiros, para rentabilizar as viagens.  Os veículos individuais vão estar ligados com sistemas inteligentes que permitem uma partilha de informação instantânea. Os condutores vão poder optar pelas melhores rotas, evitando filas de trânsito e diminuindo os consumos. 

De acordo com uma pesquisa realizada pela "Economist Intelligence Unit", actualmente, a cidade mais sustentável é Copenhaga, seguida de Estocolmo e Oslo. Neste ranking europeu, Lisboa encontra-se no décimo oitavo lugar, destacando-se consideravelmente na área das energias, onde ocupa a nona posição.

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