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Expresso

A Europa desalinhada

Mulheres mais desiguais do que os homens

Pioneiras em matéria de direitos, as suecas não estão já no centro das reformas sociais do seu país.

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A "lei da igualdade dos sexos" expirou em 1 de janeiro de 2009, após 28 anos de existência. Por decisão do Parlamento sueco, este e seis outros textos antidiscriminatórios foram substituídos por uma lei comum sobre discriminação. O Governo sueco propunha-se, assim, simplificar a proteção contra a discriminação, um domínio em que a Suécia acusa genericamente um certo atraso em relação aos Estados Unidos e ao resto da Europa. A nova legislação, que deixa de impor diretamente a promoção da mulher, insere-se noutra abordagem. O objetivo da lei da igualdade estava claramente estipulado: "melhorar em primeiro lugar a condição da mulher no mundo profissional". Ora este objetivo não aparece no novo texto. Até então anual, a análise obrigatória das remunerações dos assalariados [destinada a detetar as disparidades salariais entre sexos] passa a ser efetuada apenas de três em três anos e envolve agora um número menos significativo de empresas.