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Só cá faltava o Pétain

No lado obscuro da política francesa, alguns dos principais colaboracionistas durante a segunda Guerra Mundial foram sempre protegidos contra a punição pelo seu apoio à ocupação nazi. O caso mais célebre é o da Maurice Papon, que fez parte da direção da polícia de Bordéus entre 1940 e 1944 e decidiu a deportação de pelo menos 1690 judeus para os campos de concentração. Foi depois chefe da polícia de Paris entre 1958 e 1967, foi condecorado por De Gaulle, chegou a ministro do Orçamento de Giscard D'Estaing e, uma vez denunciado, foi protegido pelo seu partido mas também por Mitterrand. Finalmente condenado, nunca foi preso.

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