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Expresso

Chamem-me o que quiserem

A ladainha grega

Não me levem a mal, ou se quiserem levem e chamem-me nomes, como a cabeça desta crónica indica, mas já não posso ouvir falar da "crise humanitária" grega. As palavras e as expressões devem ter obrigatoriamente um significado, quanto mais preciso melhor. E a crise que se vive na Grécia, sendo dolorosa, causando desânimo e desgraça, não pode ser comparada, do meu ponto de vista, ao que normalmente chamamos uma "crise humanitária". Sob pena de equalizarmos tudo e entender que tudo tem o mesmo grau de urgência

Henrique Monteiro

Henrique Monteiro

Redator Principal

Algumas pessoas não se restringem à Grécia e também dizem que há uma "crise humanitária" em Portugal. Eu sei que até podem ter boas intenções - chamar a atenção para factos dramáticos de algumas, ou mesmo muitas, vidas. Para o desemprego, para os que comem pouco e mal, para os que não têm teto. Mas vão-me perdoar porque uma crise humanitária é isso e muito mais.

 

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