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A semente do mal

Como é possível não vermos e não temermos o abismo que se abre diante de nós. Não, nada tem a ver com o Governo de Lisboa ou outro próximo; nem sequer com a burocracia europeia ou - mais à esquerda mais à direita - a luta partidária. Tem a ver com a forma quase irresponsável como o discurso político vai sendo feito, como se o abismo não existisse, como se à nossa volta reinasse uma normalidade total

E, no entanto, para além das más notícias económicas, que neste país têm sempre impacto redobrado – aumento do preço do petróleo, guerras comerciais absurdas desencadeadas por Trump, fim do dinheiro barato fornecido pelo BCE – há algo muito mais assustador. A banalidade do mal volta. A norma da desumanidade regressa.

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