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Expresso

Ela é carioca

A correr para apanhar o comboio do presente

Prometido é devido e aqui estou para cumprir. Eu disse que ia falar das tendências do jornalismo que vi nos Estados Unidos e aqui vai.

Um grupo de profissionais da Impresa foi à Carolina do Sul, ao centro do projecto Newsplex, para aprender a colocar no terreno o conceito de convergência. 

Os consumidores de informação mudaram e os grupos do sector têm de estar abertos a alterar os seus mecanismos de actuação. A revolução já começou e foi iniciada pelos próprios consumidores.

Assim, o caminho defendido pelo Newsplex é que se desenvolva um ritmo de convergência entre os vários suportes de informação. Não se anulam, nem se canibalizam, mas se complementam.

O leitor da Internet, por exemplo, tem de ser seduzido pela imprensa. Tem de ser convencido de que vale à pena comprar um jornal ou revista porque estes suportes terão informação mais aprofundada do que aquela que conseguiu na Internet. Assim, como a televisão tem de ser capaz de garantir os detalhes e o impacto que a Net não lhe dá.

Há ainda o fenómeno da personalização da informação, da segmentação dos públicos. Todos potenciados através das novas tecnologias.

Confesso que parti para a aventura com os pré-conceitos habituais de quem foi formado na escola do jornalismo tradicional. Voltei diferente. Vamos ver na prática o que acontece.

Mas, melhor, melhor mesmo for voltar e encontrar a F..É verdade que quando me viu, ficou muito contida, mas no fim da noite, não queria dormir, estendia os bracinhos a ver se eu não fugia!

Christiana, jornalista