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O ressentimento tem pernas curtas

As eleições americanas mostram que o ressentimento que anima o partido republicano está a perder força; no mínimo, podemos dizer que a raiva não pode crescer mais. É triste: o partido luminoso de Lincoln, Teddy Roosevelt e Reagan é hoje uma força defensiva e ressentida contra a “agenda” liberal. Não tem uma agenda própria, não tem ideias, o que tem é apenas o instinto reacionário de não deixar os “outros” governar. Em cima disto, acrescente-se o ressentimento dos velhos operários democratas que saltaram do seu partido de sempre para o partido de Trump. Isto também não pode durar para sempre.

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