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Dois cínicos

José Caria

Costa e Centeno oficializaram uma ideia de Estado: o Estado não está aqui para servir e proteger a população, isso é secundário; o Estado está aqui, isso sim, para manter satisfeitos os sindicatos de votos. O Estado não tem como função ajudar os mais pobres, tem como nobre missão manter agradada aquela classe média que depende do Estado.

Neste momento, o colapso deste Estado está escondido precisamente porque há muita gente satisfeita com a “reposição dos rendimento”. Problema? Depois de pagar salários, Costa e Centeno não pagam seringas, carris, medicamentos, papel higiénico, carros, portas, balas. Como se vê nos hospitais, em Tancos ou em Pedrógão, o Estado de Costa não consegue dar resposta à realidade para lá da folha salarial que sustenta o eleitorado do PS.

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