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A defesa de Modric

O desrespeito que Cristiano Ronaldo mostra agora por um colega de trabalho, ainda por acima ex-companheiro, mostra três coisas. Primeira, a sua petulância tem tanto de caricatural como de previsível. Tornou-se penoso ver um jogo de Ronaldo, porque ele tem tanta consciência de si mesmo que está sempre a fazer expressões supostamente naturais para a câmara de tv. A liberdade espontânea do futebol não existe no rosto de Ronaldo. É uma caricatura de si mesmo. Segunda, não é um desportista. Corre muito, salta muito, mas ainda não percebeu a essência do desporto. Não percamos a esperança: dizem que o seu corpo de titã durará até aos 40; pode ser que até lá Ronaldo aprenda um pouco com os cavalheiros da NBA, homens de corpo semelhante mas de atitude diferente.

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