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A uva e o ser humano

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Começo com a citação de uma crónica já antiga de Maria Filomena Mónica aqui no Expresso: “Ter um filho é diferente de comprar uma mala Vuitton”. Parece óbvio. Mas chegámos ao ponto em que é necessário defender o óbvio ululante, porque as balizas que determinavam o “óbvio” estão a ser destruídas pela aliança amoral que junta ciência e mercado. A ciência cria e o mercado põe à venda pacotes que permitem aos pais escolher bebés por catálogo.

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