Siga-nos

Perfil

Expresso

Recusar as histórias do futuro

“Mas é grande a aflição que pesa sobre o homem. Ele não conhece o futuro; quem lhe poderá dizer como as coisas se passarão?” (Ecl 8, 6-7). Esta podia ser a epígrafe de “O Cisne Negro” de Nassim Tabeb, um livro que contém uma lição que a nossa cultura, viciada em especialistas e previsões, está destinada a esquecer. Mesmo agora, quando é evidente que estamos num fluxo histórico imprevisível, a cultura da adivinhação e da previsão é a marca d’água do que se escreve e do que se diz. É como se escrever e pensar fosse um equivalente epistemológico da cartomante que lê cartas e vê a bola de cristal.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)