Siga-nos

Perfil

Expresso

Nuno Galopim

  • O silêncio não se vai instalar: Aretha Franklin 1942-2018

    Cultura

    Nuno Galopim

    Uma canção que era um grito de luta pela igualdade de género e um hino pelo respeito e pela liberdade granjeou-lhe em meados dos anos 60 o respeito que a tornaria na rainha da música soul. Depois de 48 álbuns, milhares de espetáculos, vários filmes e uma extensa lista de prémios e distinções, despediu-se dos palcos e da carreira no ano passado. Depois de notícias que a davam como gravemente doente, morreu esta quinta-feira, aos 76 anos. Mas fica uma certeza sobre Aretha: o silêncio não se vai instalar

  • A rainha do “Respect”

    Diário

    Nuno Galopim

    Uma canção que era um grito de luta pela igualdade de género e um hino pelo respeito e pela liberdade granjeou-lhe em meados dos anos 60 o respeito que a tornaria na rainha da música soul. Depois de 48 álbuns, milhares de espetáculos, vários filmes e uma extensa lista de prémios e distinções, despediu-se dos palcos e da carreira no ano passado. Depois de notícias que a davam esta segunda-feira como gravemente doente, já regressou a casa. E seja qual for o seu estado de saúde, fica uma certeza sobre Aretha: o silêncio não irá instalar-se

  • A fúria de um homem chamado António

    Cultura

    Nuno Galopim

    “Variações” está na reta final da rodagem. Com o filme será publicada uma banda sonora que revelará um inédito. Nos arquivos anda um ‘disco perdido’. Em 2019 será estreada outra peça de teatro e pode ser criado o museu. António está mais vivo hoje do que nunca

  • Madalena Iglésias 1939-2018. Uma voz que cantava a sorrir

    Diário

    Nuno Galopim

    Morreu em Barcelona, aos 78 anos, a cantora Madalena Iglésias. Nos anos 60 foi coroada várias vezes como rainha da rádio e da televisão, representou Portugal na Eurovisão com “Ele e Ela” (1966) e desenvolveu uma carreira que chegou a ter impacte internacional em Espanha, na Venezuela e no Brasil. No início da década de 70, depois do casamento, optou por colocar um ponto final na carreira artística. As gerações seguintes não a esqueceram. E aquela canção de 1966 tornou-se num ex-libris seu e das memórias do Portugal musical dos anos 60

  • O futuro é deles

    Diário

    Nuno Galopim

    A reativação pela Disney da saga “Star Wars” teve na presença de atores e personagens de outros tempos um dos seus primeiros trunfos. Depois da passagem do testemunho, que foi acontecendo entre os episódios VII e VIII (este último acaba de se estrear em Portugal), este universo tem agora como claros protagonistas as figuras que J.J. Abrams colocou em cena em “O Despertar da Força” e que Rian Johnson agora visita já com outra familiaridade em “Os Últimos Jedi”. Eles são os novos heróis de “Star Wars”. Pela frente haverá novos desafios. E o filme que esta quinta-feira chega aos ecrãs portugueses parece abrir novos caminhos para a chegada de mais outra geração de personagens

  • O que o passado de “Star Wars” nos diz sobre o futuro da saga

    Cultura

    Nuno Galopim

    Se há dois anos “O Despertar da Força” deixava questões com resposta em aberto, o novo Episódio VIII de “Star Wars”, que se estreia esta quinta-feira, ainda baralha mais as coordenadas do futuro da saga. E agora, o que podemos esperar? O sucesso do filme original abriu caminhos que criaram um universo com expressão em várias frentes, dos ‘comics’ aos videojogos. Mas é no cinema que se centram as maiores atenções. Daqui a um ano haverá um filme sobre a juventude de Han Solo. Em 2019 chegará o Episódio IX. Mais adiante surgirá uma quarta trilogia. E que mais?

  • O que o passado de “Star Wars” nos diz sobre o futuro da saga

    Diário

    Nuno Galopim

    Se há dois anos “O Despertar da Força” deixava questões com resposta em aberto, o novo Episódio VIII de “Star Wars”, que se estreia esta quinta-feira, ainda baralha mais as coordenadas do futuro da saga. E agora, o que podemos esperar? O sucesso do filme original abriu caminhos que criaram um universo com expressão em várias frentes, dos ‘comics’ aos videojogos. Mas é no cinema que se centram as maiores atenções. Daqui a um ano haverá um filme sobre a juventude de Han Solo. Em 2019 chegará o Episódio IX. Mais adiante surgirá uma quarta trilogia. E que mais?

  • Esta é uma crítica sem spoilers: o novo Star Wars é bom mas tem muita Disney

    Diário

    Nuno Galopim

    “Os Últimos Jedi” não só garante empolgante continuação à história lançada em “O Despertar da Força” como abre um novo mundo de possibilidades para o futuro de “Star Wars”. O realizador Rian Johnson, que terá a seu cargo a definição da quarta trilogia da saga, estreia-se em grande forma num episódio com mais momentos de humor do que o habitual e com uma vertigem que não dá espaço de trégua ao espectador. É o mais longo dos filmes “Star Wars” mas a ação é tão intensa que nem se dá pelo tempo a passar. E, cento e cinquenta e dois minutos depois, acabamos com uma galáxia virada do avesso. Valeu mesmo a espera de dois anos. Mas temos agora de deixar passar outros dois antes de vermos como tudo se resolve...