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Daniel Oliveira

Daniel Oliveira

Começou como jornalista em 1989, tendo passado pelas redacções do "Século", "Diário de Lisboa", "Já", "Vida Mundial" e "Diário Económico". Participou, como jornalista, editor e autor, em seis programas diferentes da RTP. Em 1998, venceu o prémio revelação Gazeta, do Clube dos Jornalistas. Experimentou, por um ano, ser publicitário. Foi, às vezes, dirigente partidário e mantém, fora ou dentro de movimentos políticos, ativismo cívico. Tem esta coluna no "Expresso", participa nos programas "Eixo do Mal", na SIC Notícias, e "Sem Moderação", do canal Q, e faz um podcast semanal de entrevistas “Perguntar Não Ofende". Com 48 anos, é alfacinha apaixonado, português sem orgulho nem vergonha e acredita que isto ainda vai melhorar.

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Para termos uma sociedade mais justa são precisos indivíduos melhores. Mas isso não passa pela transformação da esquerda numa seita de inadaptados exemplares. Até porque a única coerência verdadeiramente redentora é a da pobreza ou a do martírio. Ou o inspirador casebre do ex-presidente uruguaio Jose Mujica ou o calvário boliviano de Che Guevara. Tudo bastante cristão

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Estranho é haver quem defenda que a polícia pode pôr em perigo a vida de alguém para defender um bem material mas não deve usar a força para salvar quem, num momento de desespero, se está a entregar à morte para defender a sua casa ou a sua terra. É uma inversão total de valores

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Os cidadãos querem o controlo democrático perante o poder do “internacionalismo financeiro”. Isto vale para as cidades, ao recusarem que umas poucas plataformas digitais transnacionais passem a gerir uma parte razoável do arrendamento e que fundos de pensões tornem bairros inteiros em investimento especulativo. E vale para as nações. Sem complexos, temos de recuperar o controlo

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    O termo “ilegal” entranhou-se no debate público e conseguiu criminalizar um dos mais naturais, universais e intemporais atos humanos: o de se movimentar de um lado para o outro em busca de uma vida melhor ou da sobrevivência. E esta criminalização torna aceitável que o Estado detenha famílias sem garantir a existência das condições que qualquer um de nós exigiria para si e para os seus filhos

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Um texto em que Daniel Oliveira explica que a esquerda não se dedica à moralização dos interesses individuais dos investidores, mas à intervenção do Estado para regular os seus efeitos. A esquerda não procura santos, defende políticas públicas. A propósito do caso de Ricardo Robles, do moralismo que se mobilizou contra ele e da lição que o BE vai tirar disto

  • Antes pelo contrário

    Daniel Oliveira

    Para que as forças democráticas se consigam organizar, em Cuba, é necessária uma transição. Muitos dos quadros com experiência política e administrativa no país terão de vir de dentro do próprio regime. Se vierem de fora do país isso terá um preço. A passagem é estreita