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"Estou um pouco mais optimista"

Quando a ex-candidata à Presidência da Colômbia foi raptada, a família nunca pensou que o pesadelo durasse tanto tempo. Mas após ter visto imagens da mãe com vida, o filho acredita que a libertação é possível.

Daniel Ribeiro, correspondente em Paris

Lorenzo tinha 14 anos quando a mãe, Ingrid Bettancourt, foi levada pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). "Na altura, pensei que ela regressaria em breve, que bastava pagar algum dinheiro, mas não... Foi o começo de um pesadelo terrível", recordou esta semana em entrevista ao Expresso.

A partir desse longínquo dia de 23 de Fevereiro de 2002, o adolescente passou a sonhar com guerrilheiros barbudos que invadiam-lhe o quarto e apontavam-lhe a arma à cabeça. Hoje, Lorenzo, estudante universitário em Paris, admite estar mais tranquilo. Ajudou ter visto, recentemente, imagens da "mamã". Durante cinco anos, temeu que a tivesse matado: "Estou um pouco mais optimista".

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