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Xangai 2010: Afluência ultrapassou 10 milhões (vídeo)

O visitante número 10 milhões da Expo 2010, que decorre em Xangai, China, entrou ontem no recinto, confirmando o acentuado aumento da afluência à exposição, que hoje celebra o Dia de Portugal. (Veja vídeo SIC)

O visitante número 10 milhões da Expo 2010, que decorre em Xangai, China, entrou no sábado no recinto, confirmando o acentuado aumento da afluência à exposição, anunciou hoje a imprensa local.   Sábado assinalou também um novo recorde diário de afluência: 524 900 visitantes, quase mais 20 mil do que o anterior recorde, estabelecido há uma semana.     Desde a abertura da exposição, há cinco semanas, até sábado passado, o número de visitantes equivale à população de Portugal, que celebra hoje o seu dia nacional na Expo 2010.     Cerca de dez milhões de pessoas (10 092 700) já visitaram a Expo 2010 e se a afluência mantiver o mesmo nível até ao último dia, 31 de outubro, o recorde de setenta milhões prometido pelos organizadores está assegurado.   Maior exposição universal de sempre, com a participação de cerca de 240 países e organizações internacionais, a Expo 2010 pretende ser tambem a mais concorrida, ilustrando a ascensão global da China.     Nas primeiras duas semanas, porém, a afluência esteve muito aquém das expetativas e houve um dia em que o número de visitantes não chegou sequer a 90 mil.   

Pavilhão de Portugal visitado por mais de 600 mil pessoas 

O atual recorde (64 milhões) dura desde a Expo de Osaka, no Japão, em 1970.     O aumento da afluência à Expo 2010 reflecte-se também no Pavilhão de Portugal, que já foi visitado por mais de 600 mil pessoas.     Portugal apresenta-se em Xangai como "uma praça para o mundo" e "um mundo de energias", conceitos que procuram ampliar a posição geoestratégica do país ("porta do Atlântico") e a "criatividade e inovação" dos portugueses.  

Cortiça reveste pavilhão português

O pavilhão português - um edifício de 2000 metros quadrados, revestido de cortiça - evidencia os 500 anos de relações com a China e a atual aposta nas energias renováveis.     "É uma simbiose entre o que fomos e o que pretendemos ser", afirmou o comissário geral de Portugal, Rolando Borges Martins.     O espaço, desenhado por um arquiteto português de Macau, Carlos Couto, inclui ainda uma loja e uma cafetaria-restaurante que serve caldo verde, bifanas, frango assado, moelas, pastéis de nata, bicas e cerveja.     *** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Clique para ler a Nota da Direcção do Expresso sobre o novo Acordo Ortográfico.