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Vencedor é conhecido hoje, às 12 horas

Instituído em 1987 pelo jornal Expresso, o Prémio Pessoa é "concedido, anualmente, à pessoa de nacionalidade portuguesa que, durante esse período e/ou na sequência de uma actividade anterior, tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país".

O nome do vencedor do Prémio Pessoa 2008, anualmente atribuído a uma figura portuguesa que se tenha destacado na vida artística, literária ou científica do país, será anunciado hoje ao meio-dia. 

Instituído em 1987 pelo jornal Expresso e pela empresa Unisys e agora patrocinado pela Caixa Geral de Depósitos por cinco anos, o prémio é constituído por um diploma e por um montante em dinheiro que subiu este ano de 50 mil para 60 mil euros. 

Entre os distinguidos, encontram-se os historiadores José Mattoso (1987) e Irene Flunser Pimentel (2007), os poetas António Ramos Rosa (1988), Manuel Alegre (1999) e Herberto Helder (1994), que recusou o prémio, a pianista Maria João Pires (1989) e a pintora Menez (1990). 

Os escritores Vasco Graça Moura (1995), José Cardoso Pires (1997) e Mário Cláudio (2004) são outras das figuras nacionais que mereceram o galardão, bem como os investigadores neurocientistas António Damásio e Hanna Damásio (1992), o investigador António Sobrinho Simões (2002), o neurocirurgião João Lobo Antunes (1996), o arqueólogo Cláudio Torres (1991) e o constitucionalista José Gomes Canotilho (2003). 

O arquitecto Eduardo Souto de Moura (1998), o fotógrafo José Manuel Rodrigues (1999), o compositor Emmanuel Nunes (2000), o filósofo Fernando Gil, o presidente da Cinemateca Portuguesa João Bénard da Costa (2001), o actor e encenador Luís Miguel Cintra (2005) e o professor António Câmara (2006), fundador da empresa de novas tecnologias YDreams, completam a lista de premiados. 

Nos termos do regulamento, o Prémio Pessoa é "concedido, anualmente, à pessoa de nacionalidade portuguesa que, durante esse período e/ou na sequência de uma actividade anterior, tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do país".

"Qualquer instituição ou pessoa portuguesa pode enviar propostas de candidatura ao Prémio", que não poderá ser concedido a título póstumo e será atribuído por um júri, cujos presidente e vice-presidente serão, respectivamente, designados pelo Jornal Expresso e pela Caixa Geral de Depósitos, sendo os restantes membros convidados anualmente pelo jornal Expresso", lê-se no regulamento.