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Timor às portas da guerra

DURÃO Barroso telefonou ontem a Xanana Gusmão manifestando-lhe solidariedade nestes dias de tensão.

Todos os apelos externos vão no sentido de por água na fervura de um país à beira da ruptura. As posições do Presidente e do primeiro-ministro extremaram-se. Hoje, Mari Alkatiri deve ver a sua permanência na chefia do Governo ratificada pelo comité central da Fretilin, embora ontem o chefe da diplomacia timorense Ramos-Horta tivesse anunciado a resignação do chefe de Governo e o eventual regresso do Prémio Nobel da Paz ao partido.

Tendo em conta a rápida e surpreendente evolução da situação política em Díli nos últimos dias, ninguém arrisca previsões. Embora não haja ainda conflito aberto entre facções rivais, a guerra das palavras atingiu o seu auge em Timor.