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Os turistas do futuro

Sabe o que são DINK, WE, EN, SP? São o novo tipo de turistas que Portugal quer atrair.

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HÁ CERCA de um ano, uma equipa liderada por Ernâni Lopes criou a Confederação do Turismo Português e traçou um cenário para o sector até 2025. Turismo náutico, turismo de negócios e turismo cultural, são alguns dos sectores em desenvolvimento onde começa já a haver uma oferta e uma procura para um novo tipo de turismo nacional. É o caso dos holandeses, Yvonne e Jos, ambos trabalhadores da KLM, que adoram velejar e descobriram na Marina de Cascais, um verdadeiro refúgio e uma série de alternativas para o turismo náutico que se pratica noutros destinos do Sul da Europa, ou dos ingleses Kelly que por um acaso enganaram-se na rota para Lisboa, encantaram-se com o templo de Diana em Évora e, assim, descobriram o Alentejo.

Um verdadeiro filão para Portugal é também o chamado turismo de segundas residências que visa ir ao encontro de uma tendência crescente, sobretudo vocacionada para reformados dos países do Norte da Europa, com poder económico, e amantes de climas amenos. O conceito foi lançado há cerca de 35 anos, quando André Jordan criou a Quinta do Lago. Actualmente, a aproximação da geração de «baby boomers» à idade da reforma faz prever um forte crescimento do turismo residencial na Europa. Neste sentido, o futuro são os «mixed used resorts», ou os empreendimentos que integram várias componentes (desde as áreas de residências ao golfe e dos negócios ao lazer) e oferecem um novo conceito de «resort». O irlandeses Drumm, um casal de Dublin com três filhos - que durante dois anos procuraram casa no Sul de Espanha e de França, acabaram por encontrar neste novo «resort» algarvio o solução ideal para dois meses anuais de férias - são um exemplo vivo desta tendência.

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