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Obras de reforço da defesa costeira deviam ter acontecido há anos

O Inag admite que as obras de requalificação dos esporões da Caparica, seguidas de alimentação artificial de areia nas praias, deviam ter sido realizadas há anos. A primeira fase concretizou-se há um ano e a segunda ainda está por fazer.

O presidente do Instituto da Água (Inag), Orlando Borges, reconhece, em declarações ao Expresso, que as obras de manutenção das defesas costeiras da Caparica tardaram anos a concretizar-se, como outras em vários pontos críticos do país. O responsável pela gestão do litoral nacional admite que, concluídos os reforços dos esporões e defesas aderentes, o mais adequado teria sido avançar de seguida para alimentação artificial do areal das praias.

Esta segunda fase do projecto, apresentado em 2002, só deve arrancar no próximo mês e não deverá estar concluída antes de 2008. Entretanto, entre meados de Dezembro e o dia 23 de Março, as marés vivas aproveitaram as fragilidades para provocar rombos em dois pontos daquela costa. O último levou à inundação de parte do parque do Clube de Campismo de Lisboa. As obras entretanto efectuadas acabaram por ser as de emergência.

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