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"Não tenho amigos de pé-descalço"

Fernando Mascarenhas, 64 anos: "Não sou vaidoso mas também não sou humilde. Não tenho ponta de soberba, tenho alguma vaidade e gosto de me ver ao espelho"

José Ventura

Fernando Mascarenhas, marquês de Fronteira, nasceu numa classe privilegiada, faz parte da elite mas sempre pensou à esquerda. Precisou disciplinar-se para vencer o orgulho.

Cândida Santos Silva

Fernando Mascarenhas, a quem já chamaram o "marquês vermelho", é dono de nove títulos nobiliárquicos. Apesar de ter nascido numa classe privilegiada, sempre pensou à esquerda.

Antes do 25 de Abril, as portas do palácio de Fernando Mascarenhas, em Monsanto, abriram-se para reuniões clandestinas, escandalizando por isso muita gente da sua classe social. Tem como hóbi fazer brincos e colares de prata e pedras semi-preciosas, onde diz gastar muito dinheiro.

Na vida, Fernando Mascarenhas diz que conquistou duas coisas a pulso: "A autonomia e o respeito dos outros, sobretudo da minha família, e ter deixado de ser um pinga-amor".

Aos 64 anos, o marquês de Fronteira diz que não é vaidoso, mas também não é humilde. Gosta de se ver ao espelho e confessa que o seu maior vício é o chocolate.

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