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"Não aceito que a PT seja tratada como subalterna na Vivo"

Presidente do grupo Portugal Telecom em entrevista ao Expresso, antes de partir de férias, com muitas questões por resolver.

O presidente da Portugal Telecom tem muitos problemas pela frente. O maior é evitar que a PT seja consolidada pelos espanhóis, o que, diz, poderá acontecer se não se formar um grande operador de língua portuguesa, capaz de estender a sua influência por 200 milhões de pessoas, passando por Portugal, África e Brasil.

Internamente, tem de resolver a conflituosa relação com o presidente da Autoridade da Concorrência e ameaça Abel Mateus com uma queixa-crime.

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