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Índia: Maoistas negam sabotagem de comboio

"Nós não estamos em qualquer caso envolvidos, Isto não é nossa ação", declarou o porta-voz do grupo, Asit Mahato, citado pela agência Press Trust of India.

O porta-voz de um grupo apoiado pela rebelião maoista indiana desmentiu qualquer responsabilidade no descarrilamento de um comboio hoje no leste da Índia, do qual resultaram 71 mortos, anuncia a agência Press Trust of India (PTI).

Anteriormente, a PTI tinha anunciado que uma pessoa, que durante uma chamada telefónica afirmou pertencer ao "comité do povo contra as atrocidades da polícia" (PCPA) apoiado pela rebelião maoista, tinha reivindicado a sabotagem de um comboio expresso que ligava Calcutá a Bombaim e que descarrilou perto da cidade de Sardiha, cerca de 150 quilómetros a oeste de Calcutá.

"Nós não estamos em qualquer caso envolvidos, Isto não é nossa ação", declarou o porta-voz do grupo, Asit Mahato, citado pela PTI.

O acidente ocorreu às 01h30 locais de hoje (21h de quinta feira em Lisboa) e várias composições do expresso de Howrah-kurla Gyaneshwari, com destino a Bombaim, foram apanhadas por um comboio de mercadorias que seguia em sentido contrário.

O atentado ocorreu no distrito de West Midnapore, um bastião maoista no estado de Bengala ocidental.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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