Siga-nos

Perfil

Expresso

Atualidade / Arquivo

Governo tailandês pondera ajuda militar

Para pôr fim aos protestos de manifestantes antigovernamentais, que têm gerado violentos confrontos em Banguecoque, o primeiro ministro tailandês pôs hoje a hipótese de recorrer a uma intervenção militar.

O primeiro ministro tailandês defendeu hoje a intervenção militar para reprimir os protestos de manifestantes antigovernamentais, que têm gerado violentos confrontos em Banguecoque, dizendo que não há outra forma de restaurar a ordem. 

"O Governo não deve retroceder porque está a tomar decisões que são em benefício de todo o país", disse Abhisit Vejjajiva numa intervenção numa emissora local, deixando claro que não está disposto a entrar em negociações.

A espiral de violência nos últimos dias transformou parte da cidade numa espécie de "zona de guerra", com tiroteios entre as forças da ordem e os manifestantes, conhecidos por "camisas vermelhas", que exigem a demissão do Governo. 

Os manifestantes acusaram hoje o Governo de dar ordens a atiradores para dispararem a matar sobre as pessoas, acusação que os militares negaram.

"A situação neste momento está próxima de uma guerra civil", disse um líder dos manifestantes, Jatuporn Prompan, insistindo em que vão "continuar a lutar". 

As forças de segurança estão agora a tentar cercar a área onde os "camisas vermelhas" estão concentrados há seis semanas. 

Pelo menos 51 pessoas morreram e mais de 1600 ficaram feridas em confrontos ruas de Banguecoque para pressionar o Executivo a dissolver o parlamento e convocar novas eleições.

Clique para ler a Nota da Direcção do Expresso sobre o novo Acordo Ortográfico.