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Governo "engorda" a Esquerda

Tanto o PS como a Direita registam uma queda, segundo a Sondagem Expresso/SIC/Rádio Renascença.

Humberto Costa

PCP e Bloco de Esquerda juntos somam 18%, um crescimento alimentado pelo desgaste do Governo e pela queda do PS. Já a Direita segue a tendência de queda registadas pelo PS e Governo, à excepção com uma pequeníssima subida.

O Presidente da República continua a ser, destacado, a figura mais popular e o líder do PCP, Jerónimo de Sousa, o único a acompanhar a subida de Cavaco Silva, atingindo valores positivos. Destaque ainda para os 21,7% de inquiridos que não sabem ou não respondem, um valor nunca registado. São conclusões da Sondagem Expresso/SIC/R. Renascença/ Eurosondagem do mês de Abril.

A sondagem, realizada pela Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença foi efectuada de 27 de Março a 01 de Abril. Teve por objecto perguntas sobre a governação socialista, as legislativas de 2009, o desempenho da ministra da Educação, a avaliação dos professores, a violência nas escolas, o exercício da autoridade dos professores, o grau de confiança nas polícias, efeitos da baixa do IVA de 1% e os efeitos desportivos para o FC Porto da eventual condenação em tribunal do presidente deste clube, Pinto da Costa, além da intenção de voto e da actuação dos titulares dos órgãos de soberania e dos líderes partidários. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone fixo. A amostra foi estratificada por região: Minho, Douro e Trás-os-Montes (19,8%), Área Metropolitana do Porto (14,7%), Beiras, Estremadura e Ribatejo (29,5%), Área Metropolitana de Lisboa (26,3%), Alentejo e Algarve (9,7%). Foram efectuadas 1282 tentativas de entrevistas e, destas, 260 (20,4%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1022 entrevistas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma resultou, em termos de sexo: feminino 52,1% e masculino 47,9%; e no que concerne à faixa etária: dos 18 aos 25 anos, 14,5%; dos 26 aos 35, 19,6%; dos 36 aos 45, 20,2%; dos 46 aos 59, 21,5%; e mais de 60, 24,2%. O erro máximo da amostra é de 3,07% para um grau de probabilidade de 95%.