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Atualidade / Arquivo

Francamente burlesco

Estêvão Gago da Câmara

Extraordinário é que o logro do colégio madeirense era, em quase tudo, uma repetição do que se passara um ano antes em Ponta Delgada.

Pretensos "projectos" de colégios eram "argumentos" de Débora jogados frequentemente nos "negócios" de transacção de LC's de bancos do Leste no Ocidente. Colégios em Moscovo, no Canadá ou no Turkmenistão... no Funchal e, antes, também, na ilha de S. Miguel onde criou o "Instituto de Línguas de Vila Franca do Campo" e pretendeu "comprar" um antigo colégio.

"A Colmeia" não chegou nunca a ser de Débora Raposo porque, entretanto, descobriu-se que era falsa e fraudulenta a invocada relação do futuro colégio com a International House. O "investimento" deu "bronca" quando a PSP de Ponta Delgada foi chamada para acalmar os ânimos dos pais dos alunos que, sentindo-se burlados, reclamaram na rua e no escritório de Débora a devolução dos adiantamentos que haviam feito de propinas e inscrições para o ano lectivo 95/96. Foi Ricardo Rodrigues, como advogado de Débora, quem apareceu a fazer as devoluções aos irados encarregados de educação...

A "investidora", assim como chegara do Canadá onde se radicara há muitos anos, de repente, desaparece de S. Miguel. Deixou um rasto de dívidas no comércio e instituições da ilha natal, tal como viria a repetir-se um ano depois na Madeira.