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Fenprof acusa tutela de "pôr em causa colocação de professores

O sindicato acusa o Governo de "pôr em causa a colocação de professores contratados a tempo de iniciarem as suas atividades escolares", uma vez que expirou prazo para divulgar a lista provisória dos candidatos. 

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) acusou hoje o Governo de "pôr em causa a colocação de professores contratados a tempo de iniciarem as suas atividades escolares", referindo que passou o prazo para divulgar a lista provisória dos candidatos. 

Em comunicado hoje emitido, a Fenprof considera que "a obstinação e teimosia do Ministério da Educação (ME) e do Governo podem pôr em causa a colocação de professores contratados e o destacamento de muitos docentes a tempo de iniciarem as suas atividades escolares a 01 de setembro", caso não seja recuperado "o atraso, que, neste momento, é de quatro dias". 

"O ME e o Governo insistem na sua posição e enveredam por um processo de litigância judicial, que, podendo levar ao protelamento das decisões, poderá provocar atrasos maiores nas fases que ainda faltam do atual concurso", lê-se ainda no documento, que refere que "a data prevista para a divulgação da lista provisória de ordenação de candidatos era 13 de maio". 

A organização sindical "demarca-se de eventuais atrasos no concurso", uma vez que, refere a nota emitida, "assumiu, em tempo útil, as suas responsabilidades".

"Só que, depois de sem sucesso [a Fenprof e os seus sindicatos] terem procurado uma solução para o problema pela via negocial e pela institucional, [a Fenprof] recorreu aos tribunais, onde decorrem seis ações com a intenção de evitar que sejam cometidas ilegalidades e danos irreparáveis para muitos candidatos", remata o documento.