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Exército investiga praxe

Processo sobre a praxe da primeira mulher oficial de Infantaria foi reaberto por ordem do Chefe de Estado-Maior do Exército.

O Chefe de Estado-Maior do Exército, general Pinto Ramalho, mandou abrir um processo de averiguações relativo ao caso da aspirante de Infantaria Cláudia Almeida Brito, chumbada por faltas no tirocínio depois de uma longa baixa psiquiátrica.

A aspirante é a primeira mulher oficial de Infantaria e terá sido vítima de abusos e agressões, logo no primeiro dia da chegada à Escola Prática de Infantaria (EPI), em Mafra, no âmbito do exercício de baptismo ou "espera", um misto de recepção, praxe e treinos.

Foi assistida dias depois no hospital civil de Braga em estado de choque e evidenciando equimoses e marcas de pontapés e coronhadas, pelo que foi feita participação ao Ministério Público.

O general Pinto Ramalho quer agora saber se de facto existiram tais abusos e agressões, uma vez que um primeiro inquérito instaurado pela própria Escola foi arquivado "por falta de indícios de ilícito disciplinar ou criminal".

Segundo o chefe máximo do Exército, as praxes não estão autorizadas e, se tal prática existe, o Comando não as aceita. Pinto Ramalho garante que "não haverá qualquer limitação ao processo de investigação" e que os responsáveis serão punidos.

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