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«Em qualquer país normal, Sócrates estava no olho da rua»

O presidente demissionário do Governo da Madeira afirma em entrevista que pensa levar o protesto contra a Lei das Finanças Regionais a instâncias internacionais.

"Acho chato isto de um gajo fazer promessas e depois não as cumprir", diz o histórico dirigente madeirense em entrevista concedida ao Expresso no Funchal, no dia de Carnaval, algumas horas depois de ter anunciado a sua demissão do Governo Regional, em protesto contra o Governo da República e a nova Lei das Finanças Regionais.

Numa crítica subliminar ao seu próprio partido e a Marques Mendes – que o apoiou nesta ‘guerra’ desde a primeira hora –, Alberto João Jardim lamenta que ninguém faça frente a José Sócrates: “A partir do dia em que alguns deputados se comecem a atirar a ele toda a gente vai perceber que não passa de um tigre de papel”. E diz mesmo: “Em qualquer país normal em que o primeiro-ministro tivesse mentido aos portugueses como mentiu aqui, estava no olho da rua”.

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