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Atualidade / Arquivo

Eleições da Ordem dos Advogados em tribunal

António Vilar reuniu 553 proponentes para a sua lista

Sérgio Granadeiro

Acto eleitoral do dia 30 de Novembro em risco. Advogado fala de "desordem na Ordem".

O advogado do Porto António Vilar não se conforma com a rejeição da sua candidatura e vai recorrer a uma providência cautelar para impedir o acto eleitoral da Ordem dos Advogados (OA), marcado para 30 de Novembro.

Vilar reuniu 553 proponentes para a sua lista (o mínimo é 500) que apresentaram as suas declarações de apoio nos respectivos Conselhos Distritais, através de fax. Dos sete Conselhos Distriais, os do Porto e Lisboa rejeitarem a autenticação as declarações por serem enviadas por fax.

Vilar lembra que a Ordem tem o registo dos faxes de todos os seus membros, o que lhe permitiria verificar com facilidade a origem da telecópia. Os dois conselhos distriais exigiam autenticar documentos originais. Esta decisão cortou mais de 300 dos proponentes da candidatura.

O candidato contesta esta interpetação e promote amanhã em conferência de imprensa apresentar documentos que provam "a desordem que reina na Ordem", receando que a decisão pretendeu "calar" uma candidatura "incómoda".

As eleições na AO contam com quatro listas concorrentes.