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Bloco de Esquerda e Louçã em forte queda

Barómetro da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença para o mês de março dá o PSD à frente, mas longe da maioria absoluta.

Martim Silva (www.expresso.pt)

Em fevereiro, PS e PSD tinham descido nas intenções de voto, contra uma subida dos partidos mais pequenos. Agora, ao contrário, são as forças do bloco central a subir e PCP, CDS e Bloco de Esquerda quem cai na sondagem.

O PSD de Passos Coelho aparece destacado na liderança, mas londe da maioria absoluta. Que nem com os 10% do CDS de Paulo Portas parece possível.

O PS de José Sócrates aguenta, surpreendentemente, numa altura em que os portugueses já sentem bem na pele as medidas restritivas do Orçamento do Estado.

Mas a principal nota da sondagem deste mês vai para o Bloco de Esquerda. E para o seu líder, Francisco Louçã. Não só o BE é o partido político que mais cai na sondagem, como Francisco Louçã é o único líder político que desce na popularidade dos portugueses - num mês em que até o Governo sobe na popularidade.

 

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 23 a 28 de fevereiro de 2011. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte - 20,6%; A.M. do Porto - 14,5%; Centro - 29,4%; A.M. de Lisboa - 25,8%; Sul - 9,7%), num total de 1021 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1336 tentativas de entrevistas e, destas, 315 (23,6%) não aceitaram colaborar Estudo de Opinião. Foram validadas 1021 entrevistas, correspondendo a 76,4% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo (feminino - 53,0%; masculino - 47,0%) e, no que concerne à faixa etária (dos 18 aos 30 anos - 19,6%; dos 31 aos 59 - 47,6%; com 60 anos ou mais - 32,8%). O erro máximo da amostra é de 3,07%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.