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A lista de "predadores de jornalistas"

No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a associação Repórteres sem Fronteiras identifica líderes políticos, religiosos e organizações terroristas que são "predadores" de jornalistas.

A associação Repórteres sem Fronteiras (RSF) publica segunda feira, por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a lista dos "40 predadores", identificando líderes políticos, religiosos e organizações terroristas que, sistematicamente apontam como alvo o trabalho dos jornalistas. 

"Poderosos, perigosos, violentos, eles estão acima da lei", enfatiza a organização não governamental de defesa da imprensa. Na lista figuram os líderes do Irão, Mahmud Ahmadineyad, da Líbia, Muamar Kadafi, e também os presidentes da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, do Ruanda Paul Kagame, do Zimbabwe, Robert Mugabe, da China, Ju Jintao e o da Síria, Bachar Al Assad. 

São 17 chefes de Estado e muitos chefes de Governo, juntamente com algumas forças armadas regulares e organizações mafiosas ou terroristas que são identificados na lista deste ano dos "predadores" da imprensa. 

A organização separatista basca ETA e as máfias italianas são referidas juntamente com as FARC - Forças Armadas Revolucionárias da Colombia e os cartéis da droga mexicanos.  

A RSF, que celebra este ano os seus 25 anos de existência, lança também uma campanha de publicidade, desenhado por uma das empresas que apoio a organização, a Saatchi & Saatchi, com posters feitos a partir de retratos de três chefes de Estado - Kim Jong-il, Mahmoud Ahmadinejad e Muammar kadaffi - para ilustrar a luta contra predadores da liberdade de imprensa.  

RSF lembra que "desde o início do ano, nove jornalistas pagaram com a vida a sua liberdade de imprensa" e muitos outros estão detidos.

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