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22 sindicalistas processados

Por "desobediência qualificada" ou suspeita de organização ilegal de protestos, os sindicalistas da CGTP vão a tribunal. E queixam-se de perseguição inédita.

O líder da CGTP denuncia o "ataque sistemático" ao movimento sindical por parte do actual Governo com "o objectivo de criar uma cortina de fumo para evitar ter de responder aos verdadeiros problemas do País".

A reacção de Carvalho da Silva surge depois de, esta semana, dois agentes policiais terem visitado a sede de um sindicato, para recolher informações sobre a organização de protestos a uma visita do primeiro-ministro.

O incidente deu origem à abertura de um inquérito e a um encontro entre o ministro da Administração Interna e o líder da Intersindical, em que Rui Pereira anunciou a revisão da lei que regula as manifestações e protestos.

Carvalho da Silva vai apresentar ao Governo um memorando com todos os casos de "abusos da autoridade sobre os sindicatos", em que se encontram visitas a sedes sindicais, assim como 22 processos crime abertos contra dirigentes da CGTP na vigência do actual Governo.

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