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Expresso

  • A rainha do “Respect”

    Nuno Galopim

    Uma canção que era um grito de luta pela igualdade de género e um hino pelo respeito e pela liberdade granjeou-lhe em meados dos anos 60 o respeito que a tornaria na rainha da música soul. Depois de 48 álbuns, milhares de espetáculos, vários filmes e uma extensa lista de prémios e distinções, despediu-se dos palcos e da carreira no ano passado. Depois de notícias que a davam esta segunda-feira como gravemente doente, já regressou a casa. E seja qual for o seu estado de saúde, fica uma certeza sobre Aretha: o silêncio não irá instalar-se