27/05/2012 atualizado às 1:18
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Windows 7 também foi obra de um português

Chama-se Pedro Teixeira, tem 36 anos, e integra um grupo de 12 programadores que desenvolveram o núcleo do novo sistema operativo da Microsoft. Em entrevista ao Expresso, garante que o Windows 7 aumenta "brutalmente" a produtividade dos utilizadores.

Carlos Abreu (www.expresso.pt)
10:55 Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Pedro Teixeira no quartel-general da Microsoft em Redmond, EUA
Pedro Teixeira no quartel-general da Microsoft em Redmond, EUA

Pedro Teixeira, 36 anos, integra um grupo de 12 programadores que desenvolveram o núcleo (Kernel, em inglês) do novo sistema operativo da Microsoft, o Windows 7, que hoje chega às lojas.

O Kernel é a camada de software responsável pela gestão dos recursos do computador. Dito de outra forma: se o novo sistema operativo está mais rápido, tal como garante quem já o testou, Pedro Teixeira e a sua equipa em muito terão contribuído para isso.

Licenciado em Engenharia Electrotécnica pelos Instituto Superior Técnico, em Lisboa, trabalhou oito anos e meio na Microsoft Portugal onde desempenhou funções de aconselhamento técnico e comerciais. Concorreu à actual posição, com que sempre sonhou, impulsionado pelos amigos, por não acreditar que conseguiria lá chegar.

Mas consegui e hoje, pode dizer-se, a última versão do sistema operativo que irá gerir milhões de computadores em todo o Mundo também é obra de um português.

Faz parte de um grupo restrito que tem acesso a um dos segredos mais bem guardados na informática: o código-fonte do sistema operativo que gere milhões de computadores em todo o Mundo. Teve de assinar algum contrato com cláusulas de confidencialidade?
Não. Quanto entrei para a Microsoft tive de assinar um contrato de confidencialidade que inclui toda a parte de marca registada, entre outros aspectos, e creio que esse contrato é válido para um colaborador que trabalhe na área de vendas ou nas áreas mais operacionais, como aquela onde é desenvolvido o código-fonte do Windows.

Como é que foi parar aos Estados Unidos?
Trabalhei na Microsoft Portugal durante oito anos e meio, mas sempre aspirei a trabalhar nesta área. Por ter colaborado com uma subsidiária de pequena e média dimensão, às tantas vi-me a braços com a equipa de vendas onde estive durante mais de três anos.

Quando entrei para a Microsoft Portugal fui colocado na área de aconselhamento técnico de clientes. A certa altura já estava a gerir um maior número de clientes e envolvido em eventos de grande volume e acabei por ir para a área de evangelização.

Certo dia, achei que já tinha aprendido o suficiente com essa experiência e decidi candidatar-me a esta posição. A Microsoft dispõe de uma aplicação informática que permite ver as vagas disponíveis em todo o Mundo. Não estava muito moralizado, porque achava que a minha experiência dentro da empresa não era bandeira para me candidatar a um lugar como este, mas fui incentivado por vários amigos. E assim foi. Candidatei-me e cá vim parar, há cerca de dois anos e meio.

Quais são as grande diferenças entre trabalhar na Microsoft Portugal e na sede da empresa nos Estados Unidos?
Há muitas. Desde logo porque trabalhamos com pessoas oriundas de todo o Mundo. Não há duas pessoas do mesmo país.

No grupo onde está integrado as nacionalidades também são muito diversas?
Sim. Trabalho com um indiano, um ucraniano, um francês, um americano... Mas voltando às diferenças... Existe uma enorme colaboração entre as pessoas. Um problema meu é sempre visto como um problema de toda a equipa. Se se aproxima um prazo que é preciso cumprir e alguém está com um problema que não consegue resolver, de repente, toda a equipa está na sala dessa pessoa a tentar ajudar. Em Portugal, não senti este espírito de equipa tão intenso.

O que é que pode fazer com o novo Windows 7 que não seja possível com os antecessores, nomeadamente o XP e o Vista?
A produtividade de uma pessoa a trabalhar com o Windows 7 é brutalmente superior em relação a outra que esteja a usar o XP ou o Vista. Não só porque o sistema operativo está muito mais dinâmico, respondendo mais rapidamente aos pedidos do utilizador e consumindo menos recursos do computador, mas também porque vai ao encontro daquilo que as pessoas disseram ser as suas necessidades. A interface gráfica foi desenvolvida a pensar na forma como as pessoas gostam de trabalhar, no seu fluxo mental. É muito mais fácil encontrar o próximo passo a trabalhar com o Windows 7 do que com o Vista ou mesmo com o XP.

Para o utilizador doméstico há alguma funcionalidade que gostasse de destacar?
A interface gráfica, não sendo revolucionária, vai ao encontro da forma como as pessoas naturalmente trabalham. A forma como foi desenhada permite aos utilizadores estarem sempre a controlar o que estão a fazer sem se perderem numa panóplia de janelas abertas, sobretudo quando se está se está a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Os controlos básicos de aplicações como o Media Player acessíveis directamente na barra de tarefas, o aero peek [que torna as janelas abertas transparentes para que possa ver tudo o que está no ambiente de trabalho sem ter de minimiza-las uma a uma] permitem trabalhar de uma forma muito mais eficiente.

E em matéria de segurança. Há novidades?
Foram incluídos uma série de melhoramentos de segurança que permitem ao utilizador estar preparado para enfrentar as ameaças actuais que visam muito mais a sua ingenuidade do que as fragilidades do próprio sistema operativo.

Recorde-se que parte destes melhoramentos já tinham sido incluídos no Windows Vista, protegendo os utilizadores contra ataques de phishing [recolha não autorizada de informação sigilosa como por exemplo palavras-passe], entre outros, mas o constante surgimento de janelas alertando para os perigos foram mal recebidas pelas pessoas por as considerarem intrusivas.

Ainda há dias recebi um email a dizer que eu teria sido detectado por uma agência federal americana a fazer operações bancárias com terroristas, com um alegado relatório do FBI em anexo. Claro que se tratava de um vírus. Muitos utilizadores, em pânico, acabam por abrir esse ficheiro. Se o fizerem em XP, o vírus entra direitinho. No Vista isso não acontece, mas o utilizador é bombardeado com uma série de pop-ups, algumas das quais com perguntas às quais muitas pessoas não sabem responder.

No Windows 7, tudo isto foi pensado de uma forma muito mais amiga do utilizador menos experiente. Mais clara, dando à pessoa toda a informação necessária para tomar uma decisão consciente.

Alguns analistas de mercado dizem que o Windows 7 não vai ajudar a vender computadores. Concorda?
Penso que depende do segmento. No que diz respeito aos Net PC, na medida em que o Windows 7 corre perfeitamente neste tipo de computadores com menos recursos, será que não vai ajudar a vendê-los? Provavelmente vai.

Mas há mais. O Windows 7 permite a operação por toque, isto é, a utilização das mãos para gerir o ambiente de trabalho e as aplicações. Será que vai ajudar a vender computadores com novos sistemas de controlo por toque [monitores com controlo por multitoque]? Penso que sim.

Mas se me pergunta se vai ajudar a vender computadores apenas por terem mais recursos, diria que não. Mas por potenciar novos computadores com novas funcionalidades, diria que sim.

Quando regresso para o meu computador depois de brincar com um que tenha multitoque, sinto que já podia estar a fazer as coisas de uma maneira diferente.

Em suma, penso que vai ajudar a vender novos computadores mas não pelas razões do costume.

Palavras-chave  Ciência
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Eh eh eh eh! Ó Pedro importaste de explicar...
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 13:58 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009


... as vantagebns do Windows 7 ?

És MS-ófilo, problema teu. Mas não nos venhas vender "banha-da-cobra". `

Se me pagarem, eu também declaro à imprensa, que um "ábaco" é o melhor main-frame do mundo !

Haja dó !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 
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    Re: Eh eh eh eh! Ó Pedro importaste de explicar...    Ver comentário
anarchist (seguir utilizador), 1 ponto , 16:52 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
E presumo que o "cão-de-água" faça parte da equipa
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 14:06 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009


Bo, qual foi a parte do Windows7 que tu desenvolveste?

Existem drivers para "ossos virtuais" ?
Vocês já cheiram a "cloaca" uns dos outros por Telnet?

Diz quais são as novidades Bo. Preciso divertir-me.

 
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    Re: E presumo que o    Ver comentário
dwid (seguir utilizador), 1 ponto , 17:22 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
    Lá vem mais um com a "inveja"! Arre, que "básicos"    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 18:21 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
    Lá esta voce com M$    Ver comentário
Alfa_pb (seguir utilizador), 1 ponto , 10:09 | Sexta feira, 23 de outubro de 2009
Hmmm
dwid (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 14:22 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Por alguma razão a Google, que é uma espinha ecravada da MS também trabalha e muito com o Windows. É tudo muito bonito quando se fala de software gratuito, que eu também o uso, mas quando tenho um problema com ele tenho de fazer pesquisas infinitas para o resolver. A MS em assistência técnica e em documentação está anos luz à frente de qualquer empresa de software. É completamente verdade que o Windows é um SO pobre, mas também é verdade que a MS dedica muito à assistência e aposta forte no User-Friendly. Quer queiram quer não, tanto o Linux como o Mac OS são elitistas, para consumos de engenheiros, músicos, fotógrafos. E até parece que gostam de estar à margem do consumo do resto dos utilizadores, ou seja a MS não tem concorrência, porque não existe um SO capaz de rivalizar em User-Friendly. Por acaso estão à espera que uma pessoa sem conhecimentos, abra uma consola para ter a maior potencialidade do SO? Por favor... não estamos nos anos 80. E note-se que muita gente usa o computador, de certeza absoluta que mais de 90% nem sabe o que está "por trás". Antes de comentarem alguma coisa, pensem no que dizem. E ainda digo mais o Windows é pobre porque não tem concorrência, porque a MS onde tem concorrência tenta sempre fazer melhor que os outros, por exemplo o Visual Studio é de longe o melhor IDE, até tenho pena de eclipses, netbeans e afins! Atenção eu não estou a defender a MS, estou a falar com experiência que já tive!
 
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    Todos os servidores da Google correm Linux    Ver comentário
Xico Taxista (seguir utilizador), 2 pontos , 18:50 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
    haha    Ver comentário
Alfa_pb (seguir utilizador), 1 ponto , 10:14 | Sexta feira, 23 de outubro de 2009
    Re: Hmmm    Ver comentário
filipe@rio (seguir utilizador), 1 ponto , 16:40 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
    Re: Hmmm    Ver comentário
dwid (seguir utilizador), 1 ponto , 17:16 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
    Re: Hmmm    Ver comentário
filipe@rio (seguir utilizador), 1 ponto , 18:37 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Português...
B l u e S k y (seguir utilizador), 2 pontos , 14:41 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
...soft!
 
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Windows 7 também foi obra de um português
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:02 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Este faz parte do número dos cem por mês, que deixam o País para se fixarem onde lhe dão condições, que em Portugal ainda são uma miragem. Se tivesse ficado por cá não passaria do anonimato. É bom ver estas noticias, para os portugueses levantarem o astral e deixarem de pensar que não somos tão bons como os outros. Talvez deixemos de dizer mal do que é nosso.
 
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Que confusão!
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 11:34 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Porque é que a ignorância jornalistica confunde sempre os verdadeiros técnicos e engenheiros informáticos com os vendedores e propagandistas!?

A Microsoft emprega, empregou e empregará sempre pessoas de todos os países do mundo, normalmente recrutados entre os melhores vendedores da marca, ou entre os melhores 'cientistas' do marketing, que conseguem contratos de muitos milhões, da Microsoft com os governos de cada país, isso dá-lhes um estatuto superior, e por isso passam a fazer parte do grupo de propagandistas que escrevem nas revistas especializadas dos produtos, precisamente para 'convecer' os clientes...

O governo de Portugal é um desses paises mais 'convencidos' que fez contratos para vários anos, de milhares de milhões, estanto o país a pagar à Microsoft por serviços e software de segunda categoria, quando o teria de graça e com muitas mais possibilidades de estudo para as Univ. pt, se aderisse ao software livre...

Mas a mentalidade do 'jornalismo' ignorante não destrinça qualquer diferença entre propagandistas e criadores/engenheiros, que os há em Portugueses, no país e fora dele!
 
 
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jxfdasilva (seguir utilizador), 1 ponto , 13:36 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Aos vendilhões da alma, tudo é autorizado na base de um paradigma puramente mercantilista. Os jornalistas, que tem o “poder” de moldar opiniões, mas que, lamentavelmente as vezes, o código deontológico é abandonado por baixo de um punhado de vil metal. Esse conjunto de deveres é amiúde maltratado, dando lugar a entrevistas patetas e notícias tendenciosas.
Relativamente ao tema, é clara a apologia da compra do novo sistema. Temos distribuições com Kernel Linux com qualidade superior ao Windows, caso do Ubuntu, em português, que serviria para as instituições do estado e afins. De igual modo, o Open Office, com dicionário (Pt) incluído, e uma parafernália de softwares didácticos e de trabalho, igualmente gratuito. Urge agora a questão: Qual a coerência de “comprar”, quando se pode ter gratuitamente?
          De outra forma, cai-se no ridículo quase caricatural de realçar o património genético Português, esquecendo-se o que vai lá por fora… o que é de um autismo absolutamente grotesco. Somos um contratempo, por isso estamos sempre em último (excluindo alguma e agradáveis excepções). Enquanto não afrontarmos os desafios partindo desta premissa, e suspendamos esta visão com perspectiva de rã, havendo o interesse em mudar verdadeiramente, construindo algo de sustentável e belo, não sairemos deste ciclo vicioso da desdita. Para já, ocupamos os últimos lugares da escala da decência, da urbanidade, da probidade, da valorização das coisas do intelecto, e nem o Magalhães nós protege!
 
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Foi construido por um português, logo não presta.
JJFF (seguir utilizador), 1 ponto , 14:13 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Esta é uma conclusão que não partilho.
 
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qual 90%... 99% talvez ou mais
apollomission19 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:07 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Os putos querem o OS para jogar; o resto da malta para navegar ou fazer um trabalhito ou outro... Office, pirata logo se vê...

Portanto, o desktop tem um papel importante e o Windows 7 é giro e tem coisas com cores e tudo! Aliás, o Vista também. Penso que o XP também já era a cores...

Ora, programadores há poucos. E dentro desses, há os copy-paste e os outros, que desenvolvem. Mas mesmo esses, nem 20% (errr nem 10) aplicacam nos seus produtos.

Agora falando em Português, imaginem que têm um carro, que anda a diesel, gasolina, nitro-puro, água, energia nuclear e solar; tem rodas grandes e pequenas e sobre montanhas de gelo; pode andar a -100% e aguenta 200% à sombra; e compraram este carro para ir para o emprego, que é a 100 metros de casa.

Mas depois, vão discutir o desempenho do carro, pela quantidade de estações de rádio que o carro memoriza.

Estão a ver o panorama? Com um OS é igual.
 
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    Re: qual 90%... 99% talvez ou mais    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 19:14 | Sexta feira, 23 de outubro de 2009
Parabéns
apollomission19 (seguir utilizador), 1 ponto , 15:10 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Tanta m**** e esqueci-me de dar os parabéns ao Pedro! São sinceros mesmo. E felicidades para um dos melhores empregos do mundo!
Melhor do que isso, só engenheiro de soutiens na França!
 
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Por favor deêm os méritos ao Pedro!!!
joec (seguir utilizador), 1 ponto , 15:12 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
O Pedro trabalhou comigo 7 anos e desde o inicio vi nele umas qualidades muito acima da média. Vão ao IST e perguntem o que ele fazia? Além de ser um técnico fabuloso,tem uma disponibilidade e humildade tremenda.Acho que deviamos todos estar contentes por isso. A propósito,eu trabalhei 10 anos na MSFT,mas já não trabalho l´desde 2005 e por isso não sou suspeito.Ficarei feliz com outras pessoas que se destaquem na Google ou no Linux.
 
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Sempre mais alto e mais além...
manpergo (seguir utilizador), 1 ponto , 16:11 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Parece-me ser correcto reconhecer o mérito de um português fazer parte de uma equipa que teve o trabalho de desenvolver e aperfeiçoar este sistema operativo.
Não é fácil trabalhar num grupo e ter espírito de equipa, especialmente nos dias de hoje que a maioria se dedica a olhar para o seu próprio umbigo, esperando reconhecimento para si e atropelando os outros.
Fico agradado pelo Sr. Pedro Teixeira ter contribuido num projecto de carácter mundial, que acabará por ser utilizado pela maioria dos utilizadores informáticos.
Sinceras felicitações.
Cumprimentos.
MGonçalves
 
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Português na MS EUA
PORTUGA-PT (seguir utilizador), 1 ponto , 16:47 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Poxa que legal ver um PORTUGA nesse grupo.
E melhor do que isso é ver que realmente a MS é uma verdadeira MISTURA DE POVOS.

Quem sabe um dia o mundo aprenda com a Grandiosa MS.

Welcome... Windows 7
 
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miguelm voce está sempre certo
anarchist (seguir utilizador), 1 ponto , 17:02 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Então que não é que kernel é uma palavra de origem germanica e não saxonica?

Também não é de admirar estas calinadas por aqui, afinal voce sabe sempre tudo e à sua semelhança os seus jornalistas tambem o são.

Boas calinadas
 
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Olha... chorei!
Samm (seguir utilizador), 1 ponto , 17:20 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
Epá! Há 1 português que participou na criação do kernel do Windows? Fantástico!

Os meus olhos percorreram freneticamente o ecrã, tentando ler a noticia por entre as lágrimas de felicidade e orgulho que queriam saltar...
Ao acabar de ler a notícia não me contive e tive que me levantar, pousar a mão sobre o meu peito e cantar o hino a viva voz! Os meus colegas aqui no trabalham acharam um pouco estranho, mas no fundo da sala, o Sequeira e o Paulo também acabaram por cantar um bocadinho. Perderam-se ali num verso ou outro - "os nosso ... igrejos... avós", mas o que conta é a intenção.

Confesso que, depois da notícia que a mulher a dias da Carla Bruni era portuguesa e daquele penalty defendido pelo Ricardo sem luvas, não me sentia tão orgulhoso de ser português.

Portugal... terra de Camões, Vasco da Gama, Fernando Pessoa, Cristiano Ronaldo e um tipo que participou na equipa que fez o kernel de (mais) uma versão do Windows...

Brincadeiras à parte, notícias destas demonstram bem a nossa dimensão e imagem que temos de nós próprios. É notícia algum português fazer alguma coisa de jeito pois, como todos sabemos, somos um pais pobre, atrasado e onde reina a mediocridade.

Como em todo o lado, há pessoas inteligentes, ambiciosas, dinâmicas, etc.
O problema nesta nossa terra de cegos é que quem tem 1 olho é rei. É rei até a mediocridade o puxar para a escuridão....
 
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    Re: Chorar ?    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 17:48 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
    Re: Chorar ?    Ver comentário
Samm (seguir utilizador), 1 ponto , 18:03 | Quinta feira, 22 de outubro de 2009
    Re: Chorar ?    Ver comentário
anarchist (seguir utilizador), 1 ponto , 11:42 | Sexta feira, 23 de outubro de 2009
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