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Entrei na Web Summit com um Beta

Dia zero da Web Summit

Marcos Borga

Não foi com um Alpha. Eu entrei na Web Summit com um Beta: uma empresa com software já instalado em clientes e que procura crescer. Neste caso, a portuguesa Clearis. E o seu CEO, Luís Oliveira. Isto é o Web Summit

A Clearis é uma pequena empresa portuguesa com sete funcionários que já tem clientes e está presente na Web Summit porque quer crescer.

“Temos uma solução de SRM (Supplier Relationship Manegement) e outra de auditoria e já estamos clientes. Viemos aqui porque queremos expandirmo-nos”, afirmou Luís Oliveira, presidente-executivo e fundador da tecnológica portuguesa, ao Expresso.

A Clearis tem entre os seus clientes a Galp Energia e a Autoeuropa, do grupo Volkswagen.

O empreendedor português é um dos mais de 50 mil participantes da cimeira da Internet que reúne esta semana em Lisboa os tubarões da tecnologia e dos negócios da rede mas também investidores e os que procuram dar a conhecer as suas empresas ou ideias.

Como os Alpha, as empresas com ideias mas ainda sem clientes.

A caminho de fazer o seu pré-registo na Web Summit, no Pavilhão 4 da FIL, no Parque das Nações, Luís Oliveira falava com expectativa do evento. E com esperança de conseguir atingir o seu objetivo. "Quando apresentámos a nossa empresa à Web Summit eles gostaram muito, sobretudo da solução de auditoria", disse. "Vamos ver".

Chegados ao primeiro ponto de controlo de entrada, a pergunta: "Também é um Beta?".

Cada Beta foi para seu lado. Vêmo-nos amanhã de certeza, nem que seja na Net.