18
Anterior
BCE corta juros mas recusa financiar Estados
Seguinte
Cimeira europeia foi um falhanço
Página Inicial   >  Opinião e Blogues  >  O Expresso na SIC Notícias  >   Voltamos a imprimir notas de escudo? (vídeo)

Voltamos a imprimir notas de escudo? (vídeo)

O comentário de João Palma-Ferreira, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise a crise do euro, a quebra nas vendas de produtos alimentares , a EDP e os 20 anos da Autoeuropa.
|

Opinião


Multimédia

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola, em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

United Colors of Gnocchi

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Strogonoff de peixe espada preto

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Caril de banana

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Cantaril com risotto de espargos

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.


Comentários 18 Comentar
ordenar por:
mais votados
Privatizações...
... segundo Medina Carreira, tão apreciado pela laranjada:

http://goo.gl/1tefV
Re: La Fontaine
O euro tem os dias contados
O euro tem os dias contados , aliás será um milagre se o euro chegar a ver 2012.

Melhor seria se chegassem rapidamente a acordo para uma dissolução do euro , melhor de certeza que um colapso descontrolado do euro.
Re: O euro tem os dias contados
Re: O euro tem os dias contados
Eu não disse? (ou melhor... escrevi..)
"Convém estar atento às cenas dos próximos capítulos a partir de 2ª feira. As "tomadas de posição" políticas por parte das agências de rating ango-saxónicas (S&P, Moodys e Fitch) vão começar a ficar mais claras e explícitas. Os Gurus de Serviço (Krugman, Rubinni ...) e seus papagaios "replicantes" espalhados pelos principais orgãos da imprensa dos vários países a nível mundial e dos grandes lançadores de bazukas mediáticas também de serviço (WSJ, FT, Economist, ...) vão começar a ficar particularmente activos a partir de agora."

http://aeiou.expresso.pt/... 30
Então e quando os bombeiros ou a protecção civil
fazem exercícios de simulação significa isso que há fogo, sismo, ou outro tipo de desastre natural ?! E quando as companhia de "utilities" como uma PT ou uma EDP fazem com exercício de recuperação da sua redes em situações de catástrofe significa que se avizinha uma falta generalizada de comunicações ou electricidade?

A pois é: é o Wall Street Journal a dizer! E o que o WSJ diz é para acreditar e papaguear sem qualquer hesitação!
Re: Então e quando os bombeiros ou a protecção civ
Re: Então e quando os bombeiros ou a protecção civ
Aonde está o problema?
O mundo é composto de mudança.

Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma....

Entre mortos e feridos alguém há-de escapar....

E por morrer uma andorinha não acaba a primaverara....

Porta por onde se entra também se sai.....
Pois, se quiserem eu posso dar uma ajuda!
É preciso tinta de boa qualidade ou assim uma razoávelzinha já dá? E a máquina de impressão é muito grande? É que, se calhar, tenho de chegar as tralhas todas da arrecadação para um lado para ela lá caber... E que tipo de papel é que é necessário?

Xiii... deixem lá: tou a ver que é tudo muito demorado e burocrático. Prefiro ficar com o euro... Assim como assim, mais vale não ter noção de que um café custa a módica quantia de... 120 escudos...

120?! É UM ROUBO!!!
"Mais vale prevenir do que remediar"...
Pois...Essa questão "Se voltamos a imprimir notas de escudo?" é muito pertinente e consistente.

Hoje,a Europa Ocidental sob a égide da União Europeia com a Zona da moeda euro está periclitante e trata-se de uma espaço muito metropolitano(citadino) em que,obviamente,se a moeda o euro falhar,ficará numa situação muito mais asfixiante e paralizante do que a do desmoronamento do bloco menos soft da ex-União Soviética,que tinha ainda uma base económica fortemente agrária e industrial repartida pelo mundo rural e citadino.

O desmoronamento da UE e do euro será muito mais demolidor do que o da ex-União Europeia,dado que a esmagadora maioria da população na UE é metropolitana(citadina)e vive sobretudo dos serviços sendo o desemprego e a precariedade muito elevados em muitos países-membros da UE e não há uma zona florescente de vida fácil como era a UE quando a ex-União Soviética se desfez para onde a população possa fugir.Na UE tudo depende do "papel"(isto é,o dinheiro) em circulação.

Se o papel deixar de circular, é um caos incontrolável porque,nas zonas mercantilistas metopolitanas onde"tudo se compra e vende" e "compra-se tudo feito",deixam de funcionar .

Logo,na Zona Euro convém prevenir primeiro que o "papel" não falte para ser evitado o incontrolável.

Logo, ter moeda nacional impressa pronta a avançar no caso de implosão do euro parece ser de muito bom senso para diminuir dentro do possível os grandes prejuízos do eventual desaparecimento dessa moeda.
Re: Deus nos livre
Re: Deus nos livre
Nunca dele deveriamos ter saído...
Honestamente digo: Embora seja de o0pinião de que dele (escudo), nunca deveríamos ter saído, mas agora que já nos encontramos no euro vai fazer doze anos, sinto um certo receio no retorno ao escudo, pois sei que nada vai voltar a ser como era, porque o euro já deixou a mentalidade corrupta e a avareza na maioria dos portugueses.
Vai ser uma miséria.
Só quem não quer ver a realidade. Enquanto isso não acontece, este governo vai acabando com o pouco que resta neste País, ou seja: Vendem por tostões aquilo que nos vai fazer falta. Portugal não tem capacidades para fazer parte dos mercados neoliberais.
ESCUDO e desvlorização: falsa discussão?
A dívida nacional ao exterior tem de ficar em Euros, ou marcos?
Não, se acabar o euro as dívidas ficam sobre a sobreania nacional e passa a escudos. Se Portugal saisse do euro unilateralmente a dívida passava a escudos, fora a que foi feita à Troika, ou empréstimos feitos noutra moeda. O euro é uma união monetárias de todas as outras moedas. Mas tal não interessa pq valeria a pena sair com um contracto de apoio à saida pelo BCE e outros países da UE, para desvalorizações baixas apoiadas. Mas isso das desvalorizaçoes expontâneas está muito mal contado pelo que lemos nos meios de comunicação. Pois a desvalorização é feita no mercado cambial, na relação com o exterior. Ninguém nos venderia com pagamento em escudo, o que é bom, para que o Banco Central Português tenha controlo a 100% da moeda. Logo teriamos de vender ao exterior para comprar. Na luta interna para obter euros, oferta procura, o mercado começa gradualmente a exigir mais escudos por um euro. Ai a desvalorizacao do Escudo vai ser a diferença da balança comercial mais a diferença entre o PIB e o PNB... em termos brutos. Isso dá 30%. Contudo a readquação estrutural do euro levaria ao mesmo resultado mas para países fora da UE... Tudo isto seria fortemente minorizado se procurarmos fornecedores e clientes fora da UE, mais um acordo de equilibrio comercial com Espanha. Espanha não vai querer perder 15% do mercado. E as contas com Espanha podem ser equilibradas com benificio evidente para toda a peninsula!
Euro/escudo
O euro nao vai desaparecer...Agora a questao de voltar-mos aos escudo é muito diferente...A moeda unica ficará nos paises "core" da uniao europeia, inquestionavel. Os perifericos com economias menos consolidadas poderão sim voltar a moeda anterior mas mesmo assim nao é do interesses da UE que isso aconteça e como tal duvido que isso se materialize...
Comentários 18 Comentar

Últimas


Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador
PUBLICIDADE

Pub