23 de abril de 2014 às 23:57
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Voltamos a imprimir notas de escudo? (vídeo)

O comentário de João Palma-Ferreira, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise a crise do euro, a quebra nas vendas de produtos alimentares , a EDP e os 20 anos da Autoeuropa.
J. F. Palma-Ferreira (www.expresso.pt)
Comentários 18 Comentar
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Privatizações...
... segundo Medina Carreira, tão apreciado pela laranjada:

http://goo.gl/1tefV
Re: La Fontaine Ver comentário
O euro tem os dias contados
O euro tem os dias contados , aliás será um milagre se o euro chegar a ver 2012.

Melhor seria se chegassem rapidamente a acordo para uma dissolução do euro , melhor de certeza que um colapso descontrolado do euro.
Re: O euro tem os dias contados Ver comentário
Re: O euro tem os dias contados Ver comentário
Eu não disse? (ou melhor... escrevi..)
"Convém estar atento às cenas dos próximos capítulos a partir de 2ª feira. As "tomadas de posição" políticas por parte das agências de rating ango-saxónicas (S&P, Moodys e Fitch) vão começar a ficar mais claras e explícitas. Os Gurus de Serviço (Krugman, Rubinni ...) e seus papagaios "replicantes" espalhados pelos principais orgãos da imprensa dos vários países a nível mundial e dos grandes lançadores de bazukas mediáticas também de serviço (WSJ, FT, Economist, ...) vão começar a ficar particularmente activos a partir de agora."

http://aeiou.expresso.pt/... 30
Então e quando os bombeiros ou a protecção civil
fazem exercícios de simulação significa isso que há fogo, sismo, ou outro tipo de desastre natural ?! E quando as companhia de "utilities" como uma PT ou uma EDP fazem com exercício de recuperação da sua redes em situações de catástrofe significa que se avizinha uma falta generalizada de comunicações ou electricidade?

A pois é: é o Wall Street Journal a dizer! E o que o WSJ diz é para acreditar e papaguear sem qualquer hesitação!
Re: Então e quando os bombeiros ou a protecção civ Ver comentário
Re: Então e quando os bombeiros ou a protecção civ Ver comentário
Aonde está o problema?
O mundo é composto de mudança.

Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma....

Entre mortos e feridos alguém há-de escapar....

E por morrer uma andorinha não acaba a primaverara....

Porta por onde se entra também se sai.....
Pois, se quiserem eu posso dar uma ajuda!
É preciso tinta de boa qualidade ou assim uma razoávelzinha já dá? E a máquina de impressão é muito grande? É que, se calhar, tenho de chegar as tralhas todas da arrecadação para um lado para ela lá caber... E que tipo de papel é que é necessário?

Xiii... deixem lá: tou a ver que é tudo muito demorado e burocrático. Prefiro ficar com o euro... Assim como assim, mais vale não ter noção de que um café custa a módica quantia de... 120 escudos...

120?! É UM ROUBO!!!
"Mais vale prevenir do que remediar"...
Pois...Essa questão "Se voltamos a imprimir notas de escudo?" é muito pertinente e consistente.

Hoje,a Europa Ocidental sob a égide da União Europeia com a Zona da moeda euro está periclitante e trata-se de uma espaço muito metropolitano(citadino) em que,obviamente,se a moeda o euro falhar,ficará numa situação muito mais asfixiante e paralizante do que a do desmoronamento do bloco menos soft da ex-União Soviética,que tinha ainda uma base económica fortemente agrária e industrial repartida pelo mundo rural e citadino.

O desmoronamento da UE e do euro será muito mais demolidor do que o da ex-União Europeia,dado que a esmagadora maioria da população na UE é metropolitana(citadina)e vive sobretudo dos serviços sendo o desemprego e a precariedade muito elevados em muitos países-membros da UE e não há uma zona florescente de vida fácil como era a UE quando a ex-União Soviética se desfez para onde a população possa fugir.Na UE tudo depende do "papel"(isto é,o dinheiro) em circulação.

Se o papel deixar de circular, é um caos incontrolável porque,nas zonas mercantilistas metopolitanas onde"tudo se compra e vende" e "compra-se tudo feito",deixam de funcionar .

Logo,na Zona Euro convém prevenir primeiro que o "papel" não falte para ser evitado o incontrolável.

Logo, ter moeda nacional impressa pronta a avançar no caso de implosão do euro parece ser de muito bom senso para diminuir dentro do possível os grandes prejuízos do eventual desaparecimento dessa moeda.
Re: Deus nos livre Ver comentário
Re: Deus nos livre Ver comentário
Nunca dele deveriamos ter saído...
Honestamente digo: Embora seja de o0pinião de que dele (escudo), nunca deveríamos ter saído, mas agora que já nos encontramos no euro vai fazer doze anos, sinto um certo receio no retorno ao escudo, pois sei que nada vai voltar a ser como era, porque o euro já deixou a mentalidade corrupta e a avareza na maioria dos portugueses.
Vai ser uma miséria.
Só quem não quer ver a realidade. Enquanto isso não acontece, este governo vai acabando com o pouco que resta neste País, ou seja: Vendem por tostões aquilo que nos vai fazer falta. Portugal não tem capacidades para fazer parte dos mercados neoliberais.
ESCUDO e desvlorização: falsa discussão?
A dívida nacional ao exterior tem de ficar em Euros, ou marcos?
Não, se acabar o euro as dívidas ficam sobre a sobreania nacional e passa a escudos. Se Portugal saisse do euro unilateralmente a dívida passava a escudos, fora a que foi feita à Troika, ou empréstimos feitos noutra moeda. O euro é uma união monetárias de todas as outras moedas. Mas tal não interessa pq valeria a pena sair com um contracto de apoio à saida pelo BCE e outros países da UE, para desvalorizações baixas apoiadas. Mas isso das desvalorizaçoes expontâneas está muito mal contado pelo que lemos nos meios de comunicação. Pois a desvalorização é feita no mercado cambial, na relação com o exterior. Ninguém nos venderia com pagamento em escudo, o que é bom, para que o Banco Central Português tenha controlo a 100% da moeda. Logo teriamos de vender ao exterior para comprar. Na luta interna para obter euros, oferta procura, o mercado começa gradualmente a exigir mais escudos por um euro. Ai a desvalorizacao do Escudo vai ser a diferença da balança comercial mais a diferença entre o PIB e o PNB... em termos brutos. Isso dá 30%. Contudo a readquação estrutural do euro levaria ao mesmo resultado mas para países fora da UE... Tudo isto seria fortemente minorizado se procurarmos fornecedores e clientes fora da UE, mais um acordo de equilibrio comercial com Espanha. Espanha não vai querer perder 15% do mercado. E as contas com Espanha podem ser equilibradas com benificio evidente para toda a peninsula!
Euro/escudo
O euro nao vai desaparecer...Agora a questao de voltar-mos aos escudo é muito diferente...A moeda unica ficará nos paises "core" da uniao europeia, inquestionavel. Os perifericos com economias menos consolidadas poderão sim voltar a moeda anterior mas mesmo assim nao é do interesses da UE que isso aconteça e como tal duvido que isso se materialize...
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