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Voltamos a imprimir notas de escudo? (vídeo)

O comentário de João Palma-Ferreira, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise a crise do euro, a quebra nas vendas de produtos alimentares , a EDP e os 20 anos da Autoeuropa.
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Opinião


Multimédia

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 

Crumble. A sobremesa mais fácil do mundo

Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida, especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 18 Comentar
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Privatizações...
... segundo Medina Carreira, tão apreciado pela laranjada:

http://goo.gl/1tefV
Re: La Fontaine
O euro tem os dias contados
O euro tem os dias contados , aliás será um milagre se o euro chegar a ver 2012.

Melhor seria se chegassem rapidamente a acordo para uma dissolução do euro , melhor de certeza que um colapso descontrolado do euro.
Re: O euro tem os dias contados
Re: O euro tem os dias contados
Eu não disse? (ou melhor... escrevi..)
"Convém estar atento às cenas dos próximos capítulos a partir de 2ª feira. As "tomadas de posição" políticas por parte das agências de rating ango-saxónicas (S&P, Moodys e Fitch) vão começar a ficar mais claras e explícitas. Os Gurus de Serviço (Krugman, Rubinni ...) e seus papagaios "replicantes" espalhados pelos principais orgãos da imprensa dos vários países a nível mundial e dos grandes lançadores de bazukas mediáticas também de serviço (WSJ, FT, Economist, ...) vão começar a ficar particularmente activos a partir de agora."

http://aeiou.expresso.pt/... 30
Então e quando os bombeiros ou a protecção civil
fazem exercícios de simulação significa isso que há fogo, sismo, ou outro tipo de desastre natural ?! E quando as companhia de "utilities" como uma PT ou uma EDP fazem com exercício de recuperação da sua redes em situações de catástrofe significa que se avizinha uma falta generalizada de comunicações ou electricidade?

A pois é: é o Wall Street Journal a dizer! E o que o WSJ diz é para acreditar e papaguear sem qualquer hesitação!
Re: Então e quando os bombeiros ou a protecção civ
Re: Então e quando os bombeiros ou a protecção civ
Aonde está o problema?
O mundo é composto de mudança.

Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma....

Entre mortos e feridos alguém há-de escapar....

E por morrer uma andorinha não acaba a primaverara....

Porta por onde se entra também se sai.....
Pois, se quiserem eu posso dar uma ajuda!
É preciso tinta de boa qualidade ou assim uma razoávelzinha já dá? E a máquina de impressão é muito grande? É que, se calhar, tenho de chegar as tralhas todas da arrecadação para um lado para ela lá caber... E que tipo de papel é que é necessário?

Xiii... deixem lá: tou a ver que é tudo muito demorado e burocrático. Prefiro ficar com o euro... Assim como assim, mais vale não ter noção de que um café custa a módica quantia de... 120 escudos...

120?! É UM ROUBO!!!
"Mais vale prevenir do que remediar"...
Pois...Essa questão "Se voltamos a imprimir notas de escudo?" é muito pertinente e consistente.

Hoje,a Europa Ocidental sob a égide da União Europeia com a Zona da moeda euro está periclitante e trata-se de uma espaço muito metropolitano(citadino) em que,obviamente,se a moeda o euro falhar,ficará numa situação muito mais asfixiante e paralizante do que a do desmoronamento do bloco menos soft da ex-União Soviética,que tinha ainda uma base económica fortemente agrária e industrial repartida pelo mundo rural e citadino.

O desmoronamento da UE e do euro será muito mais demolidor do que o da ex-União Europeia,dado que a esmagadora maioria da população na UE é metropolitana(citadina)e vive sobretudo dos serviços sendo o desemprego e a precariedade muito elevados em muitos países-membros da UE e não há uma zona florescente de vida fácil como era a UE quando a ex-União Soviética se desfez para onde a população possa fugir.Na UE tudo depende do "papel"(isto é,o dinheiro) em circulação.

Se o papel deixar de circular, é um caos incontrolável porque,nas zonas mercantilistas metopolitanas onde"tudo se compra e vende" e "compra-se tudo feito",deixam de funcionar .

Logo,na Zona Euro convém prevenir primeiro que o "papel" não falte para ser evitado o incontrolável.

Logo, ter moeda nacional impressa pronta a avançar no caso de implosão do euro parece ser de muito bom senso para diminuir dentro do possível os grandes prejuízos do eventual desaparecimento dessa moeda.
Re: Deus nos livre
Re: Deus nos livre
Nunca dele deveriamos ter saído...
Honestamente digo: Embora seja de o0pinião de que dele (escudo), nunca deveríamos ter saído, mas agora que já nos encontramos no euro vai fazer doze anos, sinto um certo receio no retorno ao escudo, pois sei que nada vai voltar a ser como era, porque o euro já deixou a mentalidade corrupta e a avareza na maioria dos portugueses.
Vai ser uma miséria.
Só quem não quer ver a realidade. Enquanto isso não acontece, este governo vai acabando com o pouco que resta neste País, ou seja: Vendem por tostões aquilo que nos vai fazer falta. Portugal não tem capacidades para fazer parte dos mercados neoliberais.
ESCUDO e desvlorização: falsa discussão?
A dívida nacional ao exterior tem de ficar em Euros, ou marcos?
Não, se acabar o euro as dívidas ficam sobre a sobreania nacional e passa a escudos. Se Portugal saisse do euro unilateralmente a dívida passava a escudos, fora a que foi feita à Troika, ou empréstimos feitos noutra moeda. O euro é uma união monetárias de todas as outras moedas. Mas tal não interessa pq valeria a pena sair com um contracto de apoio à saida pelo BCE e outros países da UE, para desvalorizações baixas apoiadas. Mas isso das desvalorizaçoes expontâneas está muito mal contado pelo que lemos nos meios de comunicação. Pois a desvalorização é feita no mercado cambial, na relação com o exterior. Ninguém nos venderia com pagamento em escudo, o que é bom, para que o Banco Central Português tenha controlo a 100% da moeda. Logo teriamos de vender ao exterior para comprar. Na luta interna para obter euros, oferta procura, o mercado começa gradualmente a exigir mais escudos por um euro. Ai a desvalorizacao do Escudo vai ser a diferença da balança comercial mais a diferença entre o PIB e o PNB... em termos brutos. Isso dá 30%. Contudo a readquação estrutural do euro levaria ao mesmo resultado mas para países fora da UE... Tudo isto seria fortemente minorizado se procurarmos fornecedores e clientes fora da UE, mais um acordo de equilibrio comercial com Espanha. Espanha não vai querer perder 15% do mercado. E as contas com Espanha podem ser equilibradas com benificio evidente para toda a peninsula!
Euro/escudo
O euro nao vai desaparecer...Agora a questao de voltar-mos aos escudo é muito diferente...A moeda unica ficará nos paises "core" da uniao europeia, inquestionavel. Os perifericos com economias menos consolidadas poderão sim voltar a moeda anterior mas mesmo assim nao é do interesses da UE que isso aconteça e como tal duvido que isso se materialize...
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