26 de maio de 2013 às 0:00
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Vítimas não devem apagar vestígios de violação (vídeo)

Em 2010 registaram-se 424 casos de violação  em Portugal. Os números, os mais elevados de sempre, estão aquém da realidade, pois grande parte das vítimas não apresenta queixa ou elimina os vestígios que incriminam o agressor. 
Maria Luiza Rolim (www.expresso.pt)

Os crimes de violação têm aumentado em Portugal. Só no ano passado foram registados 424 casos, mais 47 do que em 2009. As autoridades sabem que podem ser muitos mais, e que grande parte nem chega ao conhecimento das autoridades. Muitas das vítimas, por medo ou vergonha, não apresentam queixa, e quando ganham coragem "às vezes é tarde de mais".

Segundo Duarte Nuno Vieira, presidente do Instituto Nacional de Medicina Legal, os casos são cada vez mais violentos. E há uma tendência das vítimas em Portugal de não fazerem queixa, demorarem a ir a exame científico e apagar rapidamente as marcas físicas da violação, o que significa a destruição de provas, sem as quais nenhum juiz pode determinar a prisão preventiva do suspeito, contribuindo para a existência de continuação da prática desse tipo de crime.

No momento em que são conhecidos novos casos de violação - segundo a edição de hoje do "Correio da Manhã", mais uma turista italiana foi violada, desta vez no Algarve -, ouça o conselho dos especialistas num vídeo da SIC:



Quatro casos em Albufeira


De acordo com o "Correio da Manhã", somente no espaço de um ano são já quatro os casos de violação, além de uma tentativa de consumação deste mesmo tipo de crime, em Albufeira.

Ontem, mais uma italiana foi violada em Portugal. Segundo o jornal, o crime aconteceu entre a meia-noite e a 1h da manhã. A mulher, de 30 anos, foi fumar um cigarro à rua, quando foi cercada por três homens com cerca de 20 anos que falavam francês entre si, levada para a praia de Olhos de Água, atacada brutalmente e violada em pleno areal.

É a segunda turista italiana vítima de violação em Portugal no espaço de poucos dias. Segundo notícia divulgada também pelo "Correio da Manhã" no passado dia 10,  outra italiana, de 25 anos, foi sequestrada, agredida e repetidamente violada durante três dias numa pensão em Lisboa.

A vítima, recém-licenciada, havia chegado a Lisboa na sexta feira dia 5, após uma viagem pela Europa, quando foi abordada  junto à estação de metro de Arroios, por um homem que se ofereceu para lhe indicar o caminho do hotel mas acabou por levá-la para a pensão onde estava hospedado. O sequestro durou  até domingo, quando a italiana conseguiu fugir.

O agressor foi presente ao tribunal, mas o juiz deixou-a sair em liberdade, ficando apenas obrigado a apresentar-se quinzenalmente na esquadra.

 

Comentários 7 Comentar
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Recambiar esses vagabundos para os seus países.
Sendo os criminosos estrangeiros, depois de pagarem pelos seus crimes (não ficarem no "hotel", mas em trabalhos, se possível bem forçados - para terem menos energia), depois disso deviam ser recambiados para os seus países, com proibição total de voltarem a Portugal.
Se voltassem, deveriam ser castrados...
Re: Recambiar esses vagabundos para os seus países Ver comentário
enganam-se
nunca as apagam.
'Vítimas não devem apagar vestígios de violação
Um dos casos que mais chocou foi este:

"O sequestro durou até domingo, quando a italiana conseguiu fugir.

O agressor foi presente ao tribunal, mas o juiz deixou-a sair em liberdade, ficando apenas obrigado a apresentar-se quinzenalmente na esquadra."

Este caso era-me incompreensível até agora. Li notícias e li seus comentários, as primeiras não explicavam porque é que o agressor tinha saído em liberdade, os segundos faziam sua habitual batida nos suspeitos do costume, a polícia e os juízes. Mas cabe na cabeça de alguém que se fosse tudo assim tão linear como dizem, que o agressor não teria ficado preso? Se o "jovem" cujo crime mais visível foi gravar as agressões a uma estudante, foi preso preventivamente, mais razões não se teria para prender um rapista?

Parte da confusão tem a haver com uma certa incompreensão sobre para que serve a prisão preventiva. Mas outra razão, pelos vistos também deve ser esta:

"E há uma tendência das vítimas em Portugal de não fazerem queixa, demorarem a ir a exame científico e apagar rapidamente as marcas físicas da violação, o que significa a destruição de provas, sem as quais nenhum juiz pode determinar a prisão preventiva do suspeito, contribuindo para a existência de continuação da prática desse tipo de crime."

Triste, mas sempre é uma explicação...
Violações
No caso das italianas, referidos neste artigo, em ambos os casos, os criminosos são estrangeiros em Portugal. Estrangeirada esta que só está cá para roubar, assaltar, violar, destruir e eventualmente reproduzirem-se, para terem filhos portugueses iguais a eles.

Mas atenção: isto é racismo. Isto é xenofobia. Os criminosos que pertencem a minorias têm que ser defendidas e mantidas em liberdade, pois são minorias, coitadinhas delas, que não sabem que roubar e violar lesa gravemente as suas vítimas.

Para criminosos, já cá temos os portugueses criminosos, não precisamos de importar mais.

Portugueses ou estrangeiros, a receita seria a mesma para todos os que violem: cortar os testículos e dar aos porcos.
Re: Violações Ver comentário
Re: Violações Ver comentário
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