27/05/2012 atualizado às 0:40

Vírus da gripe A afecta mais crianças e adultos jovens

Um estudo do Centro Europeu de Prevenção e Controlo da Doença revela que a maioria das crianças hospitalizadas com gripe A ficam internadas pouco tempo, enquanto os adultos demoram mais a sair das unidades de saúde. Clique para visitar o dossiê GRIPE A.

Cristina Bernardo Silva (www.expresso.pt)
9:44 Sexta feira, 6 de novembro de 2009

Os internamentos de doentes com gripe A são sobretudo de pessoas com doenças crónicas, mulheres grávidas e crianças com menos de dois anos. As conclusões são do último relatório de avaliação de risco do Centro Europeu de Prevenção e Controlo da Doença (ECDC).

Clique para aceder ao índice dossiê GRIPE A (H1N1)

No entanto, a maioria das crianças pequenas hospitalizadas  ficam nas unidades de saúde durante pouco tempo, enquanto os adultos ficam internados por um período mais longo, refere o documento.

Apesar de as consequências da gripe A serem desconhecidas, os especialistas prevêem uma maior pressão nas unidades de saúde, em especial os cuidados intensivos dos hospitais.

O documento indica ainda que as "ondas de transmissão" da doença "estão a ocorrer mais cedo do que acontece geralmente com a gripe sazonal".

Problemas graves e mortes em pessoas saudáveis


Uma das principais diferenças entre a gripe pandémica e a sazonal  é que quando aquelas ondas acontecem infectam mais pessoas ao mesmo tempo.

Entre os mais velhos há menos casos de gripe A, por muitos terem alguma imunidade ao vírus, mas "paradoxalmente é o grupo com taxas mais graves da doença e mortes". As mortes em adultos estão a acontecer com maior frequência do que na gripe comum, mas a maioria das infecções são suaves ou mesmo sem sintomas.

Uma preocupação do ECDC prende-se com o número de problemas graves e mortes em pessoas saudáveis (20% no Reino Unido). 

Às quatro vacinas contra a gripe A licenciadas na Europa deverão juntar-se no próximo mês outras duas, revelou o grupo de Controlo da Pandemia, liderado por Angus Nicoll. As vacinas serão produzidas por um fabricante romeno e um francês.

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Os médicos não avisaram!
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:41 | Sexta feira, 6 de novembro de 2009
A partir dos dias de frio, qualquer espaço fechado... onde esteja muita gente é propício para apanhar a Gripe A. Apenas estou admirado pelo facto de a comunidade médica ainda não ter informado as pessoas de que, se apanharem a gripe sazonal, ficam intensamente mais fragilizadas podendo de forma mais fácil contraírem o vírus H1N1...
 
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ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 0:16 | Domingo, 8 de novembro de 2009
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dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 0:19 | Domingo, 8 de novembro de 2009
    Re: Os médicos não avisaram!    Ver comentário
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 1:18 | Domingo, 8 de novembro de 2009
    Re: Os médicos não avisaram!    Ver comentário
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:14 | Domingo, 8 de novembro de 2009
    Re: Os médicos não avisaram!    Ver comentário
ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 16:36 | Domingo, 8 de novembro de 2009
Gripe A e Transportes Públicos
FoCaGs (seguir utilizador), 1 ponto , 11:57 | Sexta feira, 6 de novembro de 2009
Sendo os Transportes Públicos um lugar privilegiado de transmissão de doenças, será que as Operadoras estão a cumprir a legislação em termos de higiene dos seus veículos?
Quem fiscaliza?

 
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ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 0:20 | Domingo, 8 de novembro de 2009
as "ondas de transmissão" da doença "estão a ocorrer mais cedo do que acontece geralmente com a gripe sazonal" porque as estações do anos não são iguais todos os anos. Este anos a época das chuvas de Outono / Inverno começou mais cedo.
 
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ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 0:31 | Domingo, 8 de novembro de 2009
No entanto, se as ondas de ataque infectam mais pessoas ao mesmo tempo nesta nova gripe a explicação e simples: o H1N1 pelas suas próprias características epidemiológicas só aprece como agente prevalente em substituição de vírus sazonais anteriores num ciclo de cerca de 30 anos, ou seja quando existe na população um número muito grande de susceptíveis. Por isso mesmo tende a infecta-los rapidamente. Por isso também tende a deixar de ser prevalente rapidamente. Por isso este vírus H1N1, que só costuma visitar-nos de 30 em 30 anos parece nada ter a ver com a gripe sazonal. No entanto tem. E um vírus sazonal especial que só anda na comunidade de 30 em 30 anos! Por isso tende a atacar jovens com menos de 30 anos.
 
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ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 0:47 | Domingo, 8 de novembro de 2009
As mortes em adultos estão a acontecer com maior frequência do que na gripe comum, mas a maioria das infecções são suaves ou mesmo sem sintomas. Uma preocupação do ECDC prende-se com o número de problemas graves e mortes em pessoas saudáveis (20% no Reino Unido). Esta característica epidemiológica do H1N1 é especifica deste vírus o que só comprova a tese de que a tese de que a mutação que parece ter sofrido na sua passagem pelo México onde adquiriu um gene suíno não parecem ter alterado a sua natureza que já era assim em 1918, e que é: a de ser rápida no ataque e rápida na produção de sintomas inflamatórios. Obviamente que os adultos que morrem só serão saudáveis na aparência. Um adulto pode não ter sintomas nem antecedentes de nenhuma doença mas estas imunitariomente deprimido. Porém, o estado imunitário de uma população não se pode avaliar por mera aparência nem existem Check-up para rastrear a baixa imunitária das pessoas. Alcoolismo, desnutrição, particularmente avitaminose c, ruído ambiental exessivo, stress sócio-económico, stresses térmicos, etc. podem fazer com que um adulto aparentemente saudável não o seja. O caso da Ucrânia e paradigmático: Chernobyl e o stress radioactivo provocaram depressão imunitária directa e indirectamente fome crónica por contaminação dos solos que não podem ser cultivados nem permitem o pastoreio e a caça por muitos e muitos anos.
 
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ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 0:57 | Domingo, 8 de novembro de 2009
No entanto, a maioria das crianças pequenas hospitalizadas ficam nas unidades de saúde durante pouco tempo e a maioria das infecções são suaves ou mesmo sem sintomas. Já se sabe que o vírus H1N1 pode circular entre espécies animais naturais e domésticas pelo que temos no ar e no ambiente um vírus H1N1 em nada diferente do que tem sido! Tudo comprova que o aparato e alarmismo com que esta pandemia anda a ser seguida é despropositado e tem tido efeitos mais negativos que positivos. Dos meus filhos já tiveram a gripe A H1N1, o primeiro a adoecer não tinha ido a tempo de levar a vacina sazonal e teve uma evolução mais severa do outro que tinha sido vacinado cerca de 3 semanas antes com a vacina sazonal. Como é sabido a vacina sazonal deste ano tinha a variante do H1N1 de 2006, ou seja, a imunidade a esta variante concede alguma protecção, pelo menos na gravidade dos sintomas.
 
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ajotaef (seguir utilizador), 1 ponto , 1:10 | Domingo, 8 de novembro de 2009
“As mortes em adultos estão a acontecer com maior frequência do que na gripe comum” e uma frase perigosamente alarmista porque nada sabemos da mortalidade real por gripe dos anos anteriores e relativamente a alguns casos de gripe que tenham ocorrido por vírus diferentes do H1N1 nada pode ser extrapolado porque estamos num ano de transição em que em rigor não se pode falar em gripe sazonal. O que muito possivelmente está a acontecer e apenas isto: A crise económica afectou sobretudo os adultos que perderem empregos e diminuíram os seus rendimentos e as suas expectativas económicas e aumentaram a sua situação de stress social e possivelmente o seu nível de pobreza, ficando mais desnutridos, imunitariamente mais débeis e por isso menos aptos para se defenderem do vírus da gripe A H1N1. Na verdade o Tamiflu revelou-se um bluf e uma fraude. Só há duas curas possíveis para a gripe. A preventiva pela vacinação e a cura a cargo das defesas naturais do próprio doente reforçada por repouso e bom trato.
 
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