Vídeo: O novo "barco à vela"
O navio E-Ship 1 faz uso do mesmo elemento dos barcos à vela - o vento - mas utiliza a sua energia de um modo dez vezes mais eficientes e pretende ser uma revolução na poupança energética na navegação de longo curso.
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Vídeo: O novo "barco à vela"O navio E-Ship 1 faz uso do mesmo elemento dos barcos à vela - o vento - mas utiliza a sua energia de um modo dez vezes mais eficientes e pretende ser uma revolução na poupança energética na navegação de longo curso.
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Um bom avanço na indústria naval
Usar o vento como força motriz é um grande avanço tecnológico para a indústria naval.
Parabéns à Enercom pela inovação conseguida.
UM PROTÓTIPO QUE PODE SER INTERESSANTE
Os japoneses há décadas desenvolveram um navio com propulsão principal com velas de uma liga de alumínio e comando totalmente automático, o que se revelou um fracasso por razões de custo do investimento inicial.
Hoje com a existência de polímeros texteis reforçados com fibras de carbono o projecto parece ter mais possibilidades, quando há vento e o mar não é tormentoso. A referência a eficiência energética 10 vezes maior do que convencional não pode ser senão uma expressão pde desconhecimento da construção naval, pois numa viagem ocorrem muitos ciclos de vento. O problema dos rotores verticais não se colocará se destinarem-se a produzir energia eléctrica auxiliar para a propulsão, um sistema idêntico ao dos moinhos eólicos, já que eliminaram-se as perdas mecânicas derivadas dos veios propulsores estarem na perpencularidade em relação à"vela" e as variações de velocidade do ventos originar inércias difíceis de não provocar desgastes, principalmente desgastes axiais, mesmo com bons relamentos de encosto. A estabilidade devido à "vela" se situar muito acima do habitual centro de gravidade impõe que haja cuidado para que o posicionamento do centro de impulsões não leve o navio a fazer da quilha portaló, como se diz em linguagem náutica. Em qualquer caso a propulsão eléctrica está entre as prioridades da investigação da engenharia e arquitectura naval, com os actuais combustíveis fosseis disponíveis e mesmo com um retorno e aumento da eficiência das instalações nucleares.
Kitesurf...
E os navios a “Kitesurf”, conhecem? Skysails System… http://www.youtube.com/wa... Os alemães e o seu habitual “In Deutschland ist alles besser”.
Barcos de velas rotativas
A única outra vez que tinha ouvido falar nesta tecnologia foi no livro de maravilhoso e do Fantástico da Reader's Digest, onde conta como estes navios alemães fizeram sensação nos EUA nos anos 20. Havia uma série de vantagens atribuídas aos mesmos, mas os problemas mecânicos revelaram-se mais problemáticos do que se esperava. Não obstante, até hoje nunca compreendi bem o seu principio de funcionamento... o meu problema não é tanto a existência do efeito (este é semelhante ao "efeito" nas bola de ping-pong), mas como controlar a direcção da força.
Nos barcos à vela tradicionais, o ângulo das velas e do próprio navio permite algum controle sobre isso, mas aqui, a rotação só tem dois parâmetros de controlo: velocidade de rotação e sentido da mesma. O que prevejo é que a força seja sofrida mais ou menos na direcção perpendicular ao vento (se o vento tiver a direcção contrária, a rotação tem que ocorrer na direcção contrária também), mas que será sempre rigorosamente numa direcção fixa em relação a este. Para ventos de trás ou de frente, o barco teria que se mover numa espécie de bolina... hmm... pensando melhor, deve funcionar.
http://today3tech.blogspot.com/
Interessante, mas fica a dúvida se este navio é híbrido, se usa a energia eólica e o sistema de combustão tradicional ou só a energia eólica. Refere-se em determinada altura a economia de combustível, portanto tem que ser híbrido. Quanto a capacidade de vingar no futuro, a premissa vantagem/desvantagem está sempre presente, neste caso haverá que questionar o custo deste navio e de outro tradicional, versus retorno em economia de combustível, manutenção... Numa das imagens vejo um moderno
salva vidas torpedo, que já foi referência no nosso blogue.
NÃO É NOVIDADE
HÁ JÁ MUITOS ANOS, CERCA DOS ANOS 70, O COMANDANTE JAQUES IVES COUSTAU, CRIOU UM NAVIO COM UM SISTEMA SEMELHANTE.
NÃO ERA O FAMOSO CALIPSO, MAS SIM UM NOVO, QUE APARECEU NOS DOCUMENTÁRIOS MAIS RECENTES E ERA CAPITANEADO PELO SEU FILHO. |
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