23 de abril de 2014 às 15:32
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Vídeo: Nus em solidariedade com a mini-saia

Colegas de Geisy Arruda, a estudante brasileira que foi expulsa da universidade por usar um vestido curto, juntaram-se nus ou em roupa interior numa manifestação de protesto.

A polémica continua. Embora já tenha sido admitida na Universidade a aluna que foi expulsa por usar vestido curto, os colegas querem justiça.

Nus ou apenas em roupa anterior, foi assim que os estudantes da Universidade Bandeirante (Uniban), em São Paulo, resolveram protestar contra aquilo que classificam "de violência e machismo".

Os colegas de Geisy Arruda pretendem que a Uniban divulgue um comunicado oficial em defesa da estudante, tendo sido recebidos pelo reitor que garantiu estar do lado da jovem.

Expulsa e insultada


O incidente aconteceu a 22 de Outubro, quando Geisy Arruda, estudante de turismo, apareceu nas aulas com um vestido cor-de-rosa considerado "demasiado curto" pela instituição de ensino. A jovem foi agredida verbalmente e acabou por sair da Universidade escoltada pela polícia militar.

Duas semanas depois, o Conselho Superior da Universidade anunciou a suspensão da aluna, alegando "flagrante desrespeito aos princípios éticos da dignidade académica e à moralidade", mas recuou na decisão esta terça-feira, voltando a readmiti-la.

Comentários 38 Comentar
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Esta polémica é irracional
Mais uma vez, um assunto que deveria ter sido tratado pela Universidade com toda a eficácia, tornou-se um motim.
Brasileiro gosta de escândalo e o resto do mundo também.

Mais do que uma mini-saia, o que está aqui em causa é o valor desta Universidade, incapaz de conter um simples caso de mau comportamento.

Isto é um estabelecimento de ensino superior ou o pátio de uma cadeia onde os reclusos sem fêmea há meses, se "passaram" com a aparição de um par de pernas?

Que autoridade têm reitores, professores, contínuos nessa faculdade?
Foi preciso o exército?

Tenham dó!
De Ensino Superior essa espelunca só tem o nome!
Eu teria vergonha de ver a faculdade onde andei alvo de semelhante notícia e saber que o Conselho Directivo não foi capaz de pôr ordem no assunto!

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A mini-saia devia ser mesmo mini
E as escolas têm que observar determinadas regras a que a menina (provavelmente uma delícia!), quebrou e o castigo faz todo o sentido. A expulsão parece excessiva a não ser em caso de desobediência.
Não sou moralista, e até sou fã das mulheres (dos outros) com o mínimo de rouopa, no entanto a sociedade não pode quebrar todas as regras porque isso tem um nome: anarquia.
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Não viu os vídeos no You tube?? Ver comentário
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um mundo de contradições...
...e de uma enorme hipocrisia.
Se a Universidade tem regulamento interno,é só verificar se a aluna desrespeitou ou não o regulamento. se sim, deve ser punida, mas nunca expulsa da universidade.
Anormal mesmo só o comportamento dos colegas que reagiram como se nunca tivessem visto um bom par de pernas... Ridículo!
Lamento...
Lamento o recurso sistemático, nos media, a assuntos que envolvem a parte de baixo da cintura para criar a agenda noticiosa.

Esses são notícia, mas merecem assim tanto destaque?
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FOREVER YOUNG
A juventude tem que começar a compreender que à regras de etiqueta a seguir e determinados protocolos. A irreverência um dia tem que acabar.
Solidariedade só entre pessoas
Atualmente, principalmente nos países tropicais, já se anda quase nu e em lugares especiais totalmente. O animal humano não é como os irracionais que esperam a época de acasalar
Qualquer hora é hora de acasalar para casal racional, ate para quem se comprometeu, com voto de fidelidade, e, por isso mesmo, tem que andar vestido decentemente se não gostar de confusões..
O livre raciocínio exige disciplina. e ética pois, a ausência dessas regras deixa lugar vago para a anarquia.
Então para que haja ordem o animal humano não pode andar nu nem seminu em lugares públicos e, muito menos, dentro das igrejas e escolas,
    Deus vestiu todos os animais irracionais, mas o animal humano ficou nu para que se vestisse de acordo com o seu gosto, mas com a obrigação de se vestir. Não foi autorizado a andar nu por causa do mau uso que pode fazer do raciocínio.
  Exército, ou qualquer outra organização militar, não podem se manter coesos sem disciplina: as sociedade civil e religiosa, em seus estabelecimentos, também não pode
  Mas a julgar pelo que se vê no procedimento das instituições, no lugar da disciplina está a anarquia que causadora da desordem que toleramos , mas detestamos. Que ironia!.
O encolhimento da roupa das mulheres atrai o olhar dos homens normais para as partes despidas das mulheres, com a subseqüente esticada dentro da cueca: isso perturba nos lugares inadequados
É preciso paciência...
Primeiro, "A jovem foi agredida verbalmente e acabou por sair da Universidade escoltada pela polícia militar."
Segundo, "...voltando a readmiti-la."

Primeiro, não é compreensível que (ainda por cima no Brasil!) isto aconteça. Deviam expulsar esses tarados todos que insultaram a Geisy. Por uma mini-saia?

Sr BLRiopaiva, apesar de também o senhor ter direito à sua opinião, e de ainda estar a rir de tanta asneira que o senhor escreve... tenho pena de si e espero um dia convertê-lo à única religião verdadeira: a minha.
Naked manif
Foi muito bom terem feito essa manifestão nús ou semi-nús esses colegas e pessoas de bom coração.
Antes era uma mini-saia curta. Agora são pessoas nuas na escola... que **** de ironia!
Onde estão eles agora??' Hein?? Provavelmente em casa... a "rever" o video da manif...

Fundamentalismo à moda religiosa que vigia os
costumes, de inopino, aparece em terras do Brasil, sem quaisquer explicações maiores. Foi perigosa a demonstração de violência contra essa estudante, violando uma lei nacional, que não permite desforço físico ou intelectual contra as mulheres (Lei Maria da Penha), bem como o preceito constitucional de que todos são livres no ir e vir, desde que não atentem à Lei. É comum no Brasil o uso de pouca roupa (como na Austrália), fato que está integrado ao bom costume. A violência e o modo como a universidade essa agiu, uma entidade privada que, no seu estatuto, vela pelos bons costumes à moda da organização fascista Tradição e Família que, no passado, incentivava a denúncia contra pessoas que não se comportassem segundo as regras do grupo, não tem nenhuma explicação plausível. Achar que a moça provocava a libido, não tem procedência; a Playboy é uma publicação, então, que deveria ser proibida, pois tem esse matiz e, que saiba, ninguém diz nada. Pode parecer ao europeu que é um atentado à moral, mas então não deveriam pisar solo brasileiro ou australiano, dois locais tropicais. Os homens por aqui estão acostumados e têm educação suficiente para conviver nessas circunstâncias. Não é na roupa que usamos que reside o perigo, mas na mente suja de cada um, que mereceria ser lavada com um bom sabão e água limpa...
Re: Fundamentalismo à moda religiosa que vigia os Ver comentário
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MAS QUAL É O PROBLEMA??
ela devia de ir mas era só de fio dental e chinelo...vão ver que ninguem faltava às aulas
O QUE ESTAVA À SOLTA POR BAIXO DA MINI?
Isto é mesmo um escandalo e todos cairam na manobra da menina que já tem o que queria: PRIMEIRA FIGURA NA CAPA DA PLAY BOY, publicidade e o que mais virá a seguir...no cinema mais mediático!
É NA UNB ( Universidade Federal de Brasília )...
Este vídeo do protesto foi realizado na UNB ( Universidade Federal de Brasília ), universidade pública de excelente qualidade que fica na cidade de Brasília, capital do Brasil a mais de 1000 km da UNIBAN ( Universidade Bandeirante ) onde ocorreu o caso da minissaia. A UNIBAN, universidade particular, fica em São Bernardo do Campo, cidade de 800 mil habitantes na Região Metropolitana de São Paulo.
História mal contada
Esta história está mal contada. Quanta perna bonita e gostosa tive a oportunidade de admirar nos meus tempos de estudante na Universidade de Brasília (UnB) há 20 anos, e jamais pensei, como acredito que ninugém tenha pensado, que algo assim pudesse acontecer. Aliás, falto com a verdade absoluta. Certa vez, uma aluna da Faculdade de Direito, usando saia muito curta, começou a cruzar as pernas diante do Professor, reconhecidamente um homem conservador, de trato muito formal. Quando a aluna, a tratá-lo informalmente por "Moreira" (era o Ministro José Carlos Moreira Alves, Juiz do Supremo Tribunal Federal do Brasil), dirigiu-lhe a palavra, este pediu-lhe, com elegância, que deixasse a classe. Fez-se silêncio até que a aluna partisse, e a aula recomeçou como se nada houvesse acontecido. O incidente começou e terminou entre as paredes da escola, e não se cogitou que a causa tivesse sido a roupa da aluna, mas a forma como se dirigira ao Professor. É verdade que não havia vídeos na Internet. Não é crível, porém, que, numa universidade que tem 5000 alunos, esta senhora seja a única a usar mini-saia e a merecer réprovação. Parece-me que o alegado uso de traje inadequado está a esconder outra coisa.
Os videos na net... Ver comentário
a não ser...
... que a rapariga não levasse roupa interior, não ha nenhuma razão que justifique que a rapariga não possa usar minisaia...

mesmo assim....
Tudo de fora
Só há uma maneira, de acabar com estas polémicas, tanto por lá como por cá. O uso da bata. Agora depende de quem quiser destapar esta polémica. Se for o Governo, a Oposição mostra as pernas, se for o Governo, mostra o peito.
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