O forte sismo que a semana passada destruiu o Haiti não abalou com a fé do seu religioso povo. Este domingo, no meio dos destroços da catedral de Port-au-Prince, algumas dezenas de haitianos reuniram-se numa missa.
É na crença numa entidade superior que muitos haitianos se refugiam nestes que são os dias mais difíceis da nação caribenha. Com o país mergulhado no caos, a Organização Mundial de Saúde estima que os mortos cheguem aos 50 mil. Estima-se que 250 mil pessoas tenham ficado feridas e haja um milhão e meio de desalojados. A capital do país, Port-au-Prince, é hoje um centro de violência e um enorme campo de refugiados. A reconstrução do país pode levar anos.