27/05/2012 atualizado às 0:20

Vídeo: Empresários falam do futuro de Lisboa num autocarro turístico

Num circuito turístico da Carristur, os empresários Jorge Rebelo de Almeida, dos hotéis Vila Galé, Miguel Júdice, do grupo Lágrimas e José Carlos Pinto Coelho, do grupo Onyria e também presidente da Confederação do Turismo Português, avançam propostas para Lisboa.

11:00 Sábado, 13 de junho de 2009
Palavras-chave  Postais, Enviados, , tejo, turismo, Lisboa
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dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 16:26 | Sábado, 13 de junho de 2009
Não se esqueçam de apresentar os Estudos Ambientais! E nada de meter ingleses no negócio!
 
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Lisboa
Worldinare (seguir utilizador), 1 ponto , 13:19 | Sábado, 13 de junho de 2009
É triste ver a cidade um pouco ao abandono. Os predios estão degradados, começando pela própria fachada. Os jardins estão mal tratados. Existem arvores que são estão adequadas ao nosso clima e só servem para provocar alergias e muito lixo. A zona de Belem que é um exlibris da cidade, parou à 10 anos atrás. Não se vêm melhoramentos. Parece que o dinheiro foi todo canalizado para o parque das nações. O Terreiro do Paço e a baixa de Lisboa está despida de comercio e de pessoas que preferem os shoppings. Não entendo porque é que os ministérios não sairam ainda do Terreiro do Paço e transformar os edificios em restaurantes, lojas, alojamento acessível (hosteis). O considerado melhor do mundo está em Lisboa, assim como o 2º e o 5º. Cidades como Londres, Barcelona, Madrid estão sempre em renovação, seja transportes seja nos espaços culturais.
Gostava de ver Lisboa diferente. Principalmente virada para o rio Tejo, para não falar em cultura, e de fado.
 
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Também quero
Entrelinhas (seguir utilizador), 1 ponto , 14:58 | Sábado, 13 de junho de 2009
Também quero, um espaço como o do Eleven com vista soberba sobre Lisboa e o Tejo, ao cimo parque Eduardo VII, pela mesma renda.
Também quero um espaço junto ao Tejo sobre uma doca/marina, como o do Altis junto à doca do Bom Sucesso, até com quartos sobre o passeio pedestre, que para isso passou a tunel.
 
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Brainstorming no Bus
mosco (seguir utilizador), 1 ponto , 15:23 | Sábado, 13 de junho de 2009
O simples facto desta malta se reunir num autocarro para "avançar propostas" já diz muito.
 
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MELHORAR ? MAS COMO?
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 16:01 | Sábado, 13 de junho de 2009

Com os poliqueiros que temos na câmara de Lisboa é impossível.

Com aquela gente que habita o Palácio do Município não se tem obra, e quando há é apenas para satisfação de amigos e compadres...

Só há interesse político partidário...
Lisboa que se dane..

Pobre Lisboa na mão dessa gente.
 
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    Re: Como vai o Rio de Janeiro?    Ver comentário
martacarapacho (seguir utilizador), 1 ponto , 19:33 | Terça feira, 23 de junho de 2009
Que empresários?
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 16:52 | Sábado, 13 de junho de 2009

Logo se vê que o negócio deles é fazer obra nova, para ver se faturam algum... Certamente, oportunistas pelo que dizem.

Ninguém falou em acabar com aquela chaga que é o Palácio da Ajuda, só fazem projetos e nada de conclusivo. Simbolo do relaxamento nacional.

As belas igrejas de Lisboa, que tanto aguardam aos turistas a esperar por restauros... A Sé, uma impressionante construção românica do século XII/XIII, abandonada e sem visibilidade...

Um museu dos coches que não sai do projeto... E quando começa a andar logo aparece um coros de vozes que nada fazem, e são sempre do contra...

Com essa gente é difícil Lisboa mudar...

 
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Os Eléctricos são a alma de Lisboa!
José Telhado (seguir utilizador), 1 ponto , 18:22 | Sábado, 13 de junho de 2009
Já viram algum turista em Lisboa a tirar fotos a autocarros? Então porque é que estes supostos defensores de Lisboa usaram aquele autocarro para falar da cidade? Falta de jeito? Será?
É muito importante que a par da revitalização de Lisboa, sejam repostas linhas de eléctricos que antigos presidentes da CML mandaram suspender, estou-me a lembrar da dupla Jorge Sampaio e do seu vereador Machado Rodrigues, que teve atitudes absolutamente reprováveis em matéria de apoio aos eléctricos.

Vejam a alegria com que os turistas utilizam os nossos eléctricos e como compram miniaturas e postais de recordações.

Por isso é preciso lutar por repôr as carreiras que foram suspensas e lançar mais carreiras para outras zonas de Lisboa.

APOIE LISBOA E OS SEUS ELÉCTRICOS!

http://www.frentetejo.pt/...

http://tlimtlimxabregas.b...
 
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Muito trabalho a fazer
Buzian (seguir utilizador), 1 ponto , 22:05 | Sábado, 13 de junho de 2009
O que não falta são ideias para melhorar o turismo de Lisboa, que já tem uma oferta muito boa.
Falam em Museus e gostaría de lembrar que falta um bom museu da cidade. O que existe é muito pobre para a história linda que Lisboa tem. Falta tanta coisa! Inspirem-se no exemplo do Museu de Amsterdão!
Outro museu mencionado é o da língua portuguesa. De facto, é triste ver que o berço da nossa língua não tem um museu. No entanto, em São Paulo existe um excelente! E foi desenvolvido e construído pela Fundação Roberto Marinho, ligada à Rede Globo. As nossas instituições financeiras bem que podiam financiar este tipo de museu.
É também fundamental a revitalização da Baixa Pombalina e investir no comércio local e também pôr pessoas a habitar esse local.
É também essencial a recuperação dos bairros populares, mas de forma a mantê-los 'populares'. Infelizmente o que acontece quando as casas são reconstruídas é um aumento absurdo dos preços, que leva as pessoas a saírem da cidade de Lisboa, que está quase despovoada.
Enfim, ideias não faltam. O que falta é vontade política.
 
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Governo e Câmara contra o Património
boa memória (seguir utilizador), 1 ponto , 1:03 | Domingo, 14 de junho de 2009
Infelizmente as prioridades do Governo e da Câmara são para o Betão descaracterizador e para o abandono do património existente.

Querem gastar milhões num mamarracho para enfiar o M. dos Coches, dos poucos que está muito bem onde está e não precisa de ser alargado (ontem dia 12 o PS e o BE, quem diria, invibiliazaram na AR a suspensão da obra).

Enquanto isso, os caixilhos de madeira do Palácio da Ajuda, do Palácio Galveias,do Palácio Pimenta, etc, apodrecem por não serem pintados há mais de 20 anos, uma vergonha para os turistas.
A Igreja de S. Viente de Fora encerrado, com o tecto a desabar, outros monumentos em risco de colapso. Só há dinheiro para as Grandes Construtoras e para deixar cair o que é histórico em Lisboa, que é o que os turistas vêm ver.
 
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Pobres são os países que querem viver do turismo
johnblue (seguir utilizador), 1 ponto , 10:56 | Domingo, 14 de junho de 2009
Os países ricos são independentes - vivem de empreendorismo, inovação, indústria e investimento interno.

Os países pobres, esses vivem dependentes dos outros - seja em turismo, ajudas externas e investimento estrangeiro (sobretudo à procura de subsídios e salários baixos).

Não digo que o turismo não seja importante, mas não deve ser um fim em si. Deve ser um extra.
 
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Coisas simples
J.camacho.lanca (seguir utilizador), 1 ponto , 14:41 | Quarta feira, 17 de junho de 2009
Para Lisboa se tornar um verdadeiro destino turístico de eleição necessita de fazer algumas pequenas intervenções:
- Incremento da limpeza (não é possível Lisboa ser um destino turístico de eleição com a sujidade existente, por ex.º junto dos ecopontos);
- Recuperaração de imóveis degradados;
- Proibição de casas devolutas (via forte penalização fiscal);
- Proibição de comércio de baixa qualidade em certos locais da cidade;
- Arranjo e limpeza de todos os jardins (não é possível Lisboa ser um destino turístico de eleição com espaços como por ex.º o Jardim Constantino, entre outros);
- Limpeza de "grafitos" que estão por toda a cidade e criminalização destes actos;
- Proibição total (através de fiscalização eficaz) de estacionar nos passeios (não é possível Lisboa ser um destino turístico de eleição com o estacionamento nos passeios, por ex. da Rua Angelina Vidal);
- Apostar essencialmente na recuperação de imóveis e não na sua demolição (como por ex.º sucedeu recentemente no único palacete que existia na Av. Duque de Loulé e que foi demolido quase às escondidas). Provavelmente a cidade ficará a perder com a troca.

Penso que seria um bom início de trabalho.
Claro que tem que se resolver os gravíssimos problemas das crateras na cidade (Feira Popular; Hospital Arroios ; Hospital do Desterro; Parque Mayer, Cinemas: Imperial/Pathé; Europa; Paris, etc....

 
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Uma Lisboa Lisboeta
SMPortugal (seguir utilizador), 1 ponto , 16:58 | Terça feira, 23 de junho de 2009
Penso que em vez de estarmos a tentar arranjar soluções sectoriais, neste caso, para o Turismo seria melhor dotar Lisboa de melhores condições para quem lá vive de forma a melhorar a qualidade de vida. Falo nomeadamente em humanizar a cidade melhorando as suas infraestrutura, recuperando o património que existe, não deixar construir mais, aumentar a qualidade e quantidade dos espaços verdes, promover o civismo, manter a cidade mais limpa, tirar os carros dos passeios, melhorar as acessibilidade e condições para as pessoas que não vêem, não andam, etc, melhorar a oferta cultural, promover o desenvolvimento artístico,... enfim, melhorar a cidade para quem lá vive. Naturalmente uma cidade "feliz" atrai mais Turistas. Quando viajamos penso que uma das coisas que procuramos é conhecer a cultura, gastronomia, forma de viver, arquitectura, etc, desse local e gostamos de encontrar algo real e não o que normalmente se chama a locais "muito turísticos", ou seja, onde já não é possível encontrar a identidade desse local. Então, em vez de construirmos soluções à medida de cada grupo de interesse, seria melhor pensar nas pessoas que vivem em Lisboa. Elas agradecem dando em troca uma cidade bem vivida e mais feliz e logo mais atraente para os que vêm de fora.
 
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LISBOA TURÍSTICA
crise (seguir utilizador), 1 ponto , 0:21 | Sábado, 15 de agosto de 2009
Podem começãr por dar mais RIO à cidade, menos contentores, carteiristas, assaltos, mais vida jovem, mais eventos TODO O ANO, arte, musica, gatronomia e o calor do povo. Em todos os bairros, por toda a cidade mas não nos bairros apinhados por outras razões, onde os turistas não marcam muita presença.
 
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