Velejadora desaparecida não procurou ajuda médica
Líder da Federação Portuguesa de Vela desconhece paradeiro de Carolina Borges e garante que a velejadora não contactou o médico da seleção
O presidente da Federação Portuguesa de Vela não tem ainda nenhum informação sobre o paradeiro de Carolina Borges, nem quais as razões que poderão ter ditado o seu desaparecimento em Londres.
José Manuel Leandro confirma que a velejadora invocou razões pessoais e problemas médicos no email enviado ao chefe da missão olímpica, embora Carolina Borges "não tenha contactado ou sido consultada por qualquer médico" da comitiva olímpica.
Mário Santos, chefe da Missão olímpica portuguesa e a quem a mensagem eletrónica da atleta foi enviado, está a caminho de Weymouth, a cerca de 300 quilómetros de Londres, onde decorrem as provas da modalidade, para se encontrar e tranquilizar os selecionados da equipa de vela portuguesa.


