27/05/2012 atualizado às 0:03
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Vantagens da Holanda seduzem empresas

Principais empresas cotadas nacionais já apostaram na Holanda. País oferece um regime fiscal e societário imbatível.

com Lusa
10:28 Quarta feira, 4 de janeiro de 2012
Regime fiscal e societário holandês atrai muitas empresas
Regime fiscal e societário holandês atrai muitas empresas
Ana Baião

São várias as vantagens oferecidas pela Holanda que atrai as empresas europeias. Portugal não foge à regra. O regime fiscal e societário mais favorável justifica a maior captação de investimento direto estrangeiro português (IPE), escreve hoje o "Jornal de Negócios".

Entre janeiro e outubro de 2011, a Holanda captou 6,6 mil milhões de euros de investimento português, o que equivale a 70% do total do investimento nacional no exterior.

A venda de 56% da Jerónimo Martins pelo seu principal acionista a uma filial holandesa explica-se pelos regimes "mais favoráveis" para as SGPS (sociedades gestoras de participações sociais) na Holanda, afirmou  o fiscalista António Carlos Santos.

"À primeira vista, penso que [o acioni ta] o faz para beneficiar de regimes de SGPS e de 'rulings' [informações prévias] muito favoráveis. Essa é a razão-tipo pela qual muitas empresas - não só portuguesas - deslocalizam sedes para a Holanda", disse à Lusa, por e-mail, o professor na Universidade Autónoma de Lisboa e antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do primeiro governo de António Guterres.

Na segunda-feira, a Jerónimo Martins (JM), proprietária da rede de supermercados Pingo Doce, anunciou que a Sociedade Francisco Manuel dos Santos vendeu a totalidade do capital que detinha no grupo à sua subsidiária na Holanda, mantendo os direitos de voto.

As principais empresas cotadas portuguesas já têm fixada a sede onde recebem dividendos na Holanda. São os casos da Sonaecom, Mota-Engil, Galp, Grupo Espírito Santo, CGD ou Portucel.

Reflexos na concorrência


António Carlos Santos afirma que, por "serem medidas de caráter geral", estes regimes "não são considerados auxílios do Estado" à luz da lei comunitária.

"Mas que provocam disparidades fiscais, com reflexos na concorrência, isso provocam", diz António Carlos Santos, que é também um dos promotores da iniciativa para uma auditoria cidadã à dívida pública. "A União não consegue resolver este dilema: uns estados-membros podem necessitar de aumentar impostos, nomeadamente por razões de consolidação orçamental, outros não precisam e ainda por cima prejudicam a consolidação orçamental [dos outros]."

"Quanto aos empresários que se escapam, podem e devem ser objeto de censura moral", acrescenta o fiscalista. "Mas é difícil que estejam a agir à margem da lei, só vendo a situação em concreto." António Carlos Santos recorda também que a JM perdeu recentemente na justiça um processo fiscal significativo.

Em fevereiro deste ano, o Tribunal Central Administrativo Sul proferiu o primeiro acórdão sobre a aplicação por parte da Administração Fiscal da cláusula geral anti-abuso prevista na Lei Geral Tributária, dando razão ao fisco num processo contra a Recheio SGPS (uma das empresas do grupo).

Sem alteração à carga fiscal sobre dividendos


Em comunicado enviado na segunda-feira à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a JM informou que "no passado dia 30 de dezembro de 2011 a sociedade Francisco Manuel dos Santos SGPS vendeu à sociedade Francisco Manuel dos Santos B.V.  (subsidiária), que comprou àquela 353.260.814 ações da sociedade aberta Jerónimo Martins SGPS, representativas de 56,136% do capital social e 56,213% dos respetivos direitos de voto".

Esta operação "não tem implicações fiscais" e "não existe alteração à carga fiscal que incide sobre dividendos, essa é da inteira responsabilidade dos acionistas da sociedade", disse à Lusa José Soares dos Santos, administrador executivo da Sociedade Francisco Manuel dos Santos.

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Muzhik (seguir utilizador), 4 pontos (Interessante), 13:08 | Quarta feira, 4 de janeiro
Segundo a própria imprensa portuguesa de hoje essa empresa continuará a pagar a mesma quantidade de impostos de antes bem como os seus acionistas na hora de receber os lucros SÓ QUE agora em vez de pagar 25% de alíquota somente para Portugal como antes passarão a pagar 10% para a Holanda e SÓ 15% para Portugal. A vantagem virá depois quando a empresa a partir da Holanda fizer investimentos fora da Europa, como o q pretende na Colômbia por exemplo, já q na Holanda se paga menos impostos e entre a Holanda e o restante do mundo não há a tal bitributação ou dupla tributação que existe entre a Holanda e Portugal ou outro membro qualquer da UE. Além do crédito lá ser mais fácil ou diferentemente de Portugal simplesmente existir! Ou Portugal consegue oferecer o mesmo q a Holanda e outros países similares ou pelo menos qcompense de outras maneiras inteligentes e neutralize essas vantagens q eles oferecem ou perderá sempre que uma empresa portuguesa atingir um certo patamar de tamanho e/ou de faturamento!
 
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    Portugal deve dar as mesmas condições que a    Ver comentário
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 1:10 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Ninguém pode nega a ajuda que o marximo ...    Ver comentário
FernandoMaria (seguir utilizador), 1 ponto , 23:48 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: !?    Ver comentário
sabemius (seguir utilizador), 1 ponto , 19:04 | Quarta feira, 4 de janeiro
Vejo que não sou o único!
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 14:58 | Quarta feira, 4 de janeiro

Comprar nas empresas do Grupo Jerónimo Martins é coisa que não volto a fazer.

E, se muitos mais portugueses optarem por decisão semelhante, pode ser que os ditos cujos empresários aprendam a respeitar a sociedade onde erguem e consolidam as suas fortunas.

Pedir aos portugueses (consumidores) para lhes comprarem os produtos, para depois ficarem com os lucros e deixarem de pagar impostos em Portugal, é fazer, dos portugueses (contribuintes), palhaço.

E palhaço, por enquanto, não sou!

http://www.youtube.com/wa...

http://www.youtube.com/wa...

http://www.youtube.com/wa...
 
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    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
ratel (seguir utilizador), 1 ponto , 20:31 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 23:06 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
Abato (seguir utilizador), 3 pontos , 9:15 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 11:15 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
marcelanca (seguir utilizador), 1 ponto , 10:38 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 11:16 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
estrabico (seguir utilizador), 1 ponto , 11:21 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 12:31 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
estrabico (seguir utilizador), 1 ponto , 16:36 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Vejo que não sou o único!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 11:55 | Sexta feira, 6 de janeiro
    Fugir dos políticos portugueses tornou-se vital    Ver comentário
ALRB (seguir utilizador), 1 ponto , 17:22 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Fugir dos políticos portugueses tornou-se vita    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 13:32 | Sexta feira, 6 de janeiro
Vantagens da Holanda seduzem empresas
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 12:51 | Quarta feira, 4 de janeiro
As principais empresas cotadas portuguesas já têm fixada a sede onde recebem dividendos na Holanda. São os casos da:-

Sonaecom, Mota-Engil, Galp, Grupo Espírito Santo, CGD ou Portucel.

Nota: Estas são as empresas que para mim fecharam portas em Portugal, mas espero que o mesmo se passe com milhares de portugueses. Os traidores devem ser punidos e já que não podem ser queimados na fogueira o melhor é os portugueses fazerem-lhe o boicote. Que paguem os impostos na Holanda dos lucros que lá gerem. Em primeiro lugar sou Português, em segundo Europeu, mas não sou Holandês que saiba, embora não tenha nada contra essa nação, mas antes contra os traidores à Pátria. Qualquer português também tinha vantagem ter nascido numa França, Alemanha etc., mas nem por isso há assim tantos a pedir a naturalização nesses Países.

 
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    Re:INTEIRAMENTE DE ACORDO    Ver comentário
SILVA1949 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:01 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Re:INTEIRAMENTE DE ACORDO    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:23 | Quarta feira, 4 de janeiro
Porcaria de país!
asrdias (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 13:08 | Quarta feira, 4 de janeiro
Qualquer pessoa com juizo protege o seu investimento, rendimento e capital! Queriam o que? Ficar aqui a perder dinheiro por amor á pátria? Que tal os politicos deixarem de ser corruptos 'por amor á pátria' ??? Que tal gerir o país como deve ser? Isso nao? Criticar é facil? Apontar o dedo ainda mais facil é!
 
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    Re: Porcaria de país!    Ver comentário
banjix (seguir utilizador), 1 ponto , 14:25 | Quarta feira, 4 de janeiro
Não comprar no Pingo Doce
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 11:11 | Quarta feira, 4 de janeiro
É a melhor resposta ao "patriota" Soares dos SAntos.
 
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    Re: Não comprar no Pingo Doce    Ver comentário
Abato (seguir utilizador), 1 ponto , 9:42 | Quinta feira, 5 de janeiro
Tretas
poiz (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 11:32 | Quarta feira, 4 de janeiro
Se o Estado não cuida do interesse dos cidadãos, só existe para sacar para poder alimentar o seu despesismo e a sua ineficiência, moralmente não pode ser condenável. juridicamente, não há nada a fazer.
Os empresários vêm, com razão, o Estado como aquele sócio que só aparece na empresa para mamar.
Não contribui em nada para o bem estar da vida das empresas (é só burocracias, alterações das regras do jogo, entraves, ...)
Enquanto assim for, ninguém poderá censurar as empresas de procurar o que é melhor para elas.
Os holandeses sempre foram uns tipos espertos. Nós não. No Séc XVII conseguiram roubar-nos as rotas de comércio da Índia e algumas colónias (isto devido aos nossos "amigos" espanhóis). Têm um espírito muito mais aberto e prático do que o nosso. Preferem ganhar mil vezes 10 a 10 vezes mil. Basta pararmos e pensar porque os investimentos bons têm quase todos fugido para Espanha, Irlanda, etc...
 
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    Re: Tretas    Ver comentário
RuyAF (seguir utilizador), 1 ponto , 12:10 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Tretas    Ver comentário
sardinha assada (seguir utilizador), 1 ponto , 18:01 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Tretas    Ver comentário
ratel (seguir utilizador), 1 ponto , 20:32 | Quarta feira, 4 de janeiro
Espantoso!
Palorca (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 11:33 | Quarta feira, 4 de janeiro
Ao ler a lista das cotadas que já "fugiram"para a Holanda,de alguns não me espanta, mas outros... e, a ser verdade o que está escrito neste artigo,como é que uma CGD está nesta lista?
Não seria muito dificil criar regras pelo menos para emprersas que possam terabalhar para o Estado,se não pagam os seus impostos em Portugal...
Duvido muito que algo seja feito por estes PULITICUS por motivos que diáriamente nos dão a certeza que o interesse nacional é o que menos interessa face aos grandes grupos económicos .Mais se poderia dizer,mas...só quando estoirar o descontentamento que se está a acumular e que necessáriamente terá de extravazar!
 
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A PULHICE ... GENERALIZADA ...
CENSURADO SARL (seguir utilizador), 2 pontos , 12:56 | Quarta feira, 4 de janeiro
Nem a pública Caixa Geral de Depósitos escapa ...

E alguns ainda recebem medalhas ...
Em 2000, Alexandre Soares dos Santos foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, “pela prestação de serviços relevantes a Portugal” e em 2006 foi mais uma vez agraciado, desta feita em “reconhecimento dos seus atos em favor da colectividade”, com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito.

Tudo dentro da lei ... e se preciso for ainda dão lições de moral ...
Chiça !!!
 
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    Re: A PULHICE ... GENERALIZADA ...    Ver comentário
Zé_Manel_F (seguir utilizador), 1 ponto , 19:33 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: A PULHICE ... GENERALIZADA ...    Ver comentário
CENSURADO SARL (seguir utilizador), 2 pontos , 13:31 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: A PULHICE ... GENERALIZADA ...    Ver comentário
ALRB (seguir utilizador), 1 ponto , 17:31 | Quinta feira, 5 de janeiro
Globalização
Marafarrico (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 13:22 | Quarta feira, 4 de janeiro
E que tal a globalização do sistema de protecção social? As empresas e o capital não têm fronteiras. Porque raio temos de continuar os cidadãos com a sua vida presa às fronteiras? Eu quero descontar para a Segurança Social francesa mas não posso. Sou obrigado a descontar para um sistema que é minado desde dentro por funcionários incompetentes e de fora (cima) por gente que não acredita nesse sistema e faz o possível para desmantelá-lo. A alternativa é um seguro ou fundo de pensões, cujos princípios são: lucro, lucro, lucro. Tal como as empresas quero escolher o sistema que mais me convenha. Sou português, vivo em Portugal mas quero descontar (o que for preciso) para um sistema que me trate como um ser humano e não como uma variável num problema de optimização do lucro. Quero descontar para um sistema que me dê a garantia de exigir, a quem de direito, que parte do meu dinheiro será utilizado para pagar um subsidio de desemprego e RSI decente. Um sistema que utilize o dinheiro colectado na mesma área geográfica, sem que estas tenham de pertencer a um só país. Outro dia falaremos de IRS e IRC. Hoje falo de globalizar a Segurança Social e desafio-os a pensar no assunto...
 
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    Re: Globalização    Ver comentário
PresidenteDaJunta (seguir utilizador), 1 ponto , 20:20 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Globalização    Ver comentário
Marafarrico (seguir utilizador), 1 ponto , 21:59 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Globalização    Ver comentário
xstrange (seguir utilizador), 1 ponto , 17:43 | Quinta feira, 5 de janeiro
    Re: Globalização    Ver comentário
Marafarrico (seguir utilizador), 1 ponto , 19:14 | Quinta feira, 5 de janeiro
Quinhentos Anos Depois, História Repete-se
Joseobservador (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 13:30 | Quarta feira, 4 de janeiro
A UE é supostamente uma federação de estados com liberdade de movimentos para coisas e pessoas.

Nos EUA viu-se partir dos anos 70 uma deslocação de manufaturas dos estados no Norte (sindicatos fortes, salários e encargos sociais elevados, impostos altos) para os estado a Sul da Mason-Dixon Line ("right to work laws"/restrições a greves paralizantes, salários menores, isenções fiscais por vários anos para novas empresas, etc). O resultado foi o rápido declínio de cidades como Cleveland e Detroit tendo por contrapartida o progresso em cidades na Georgia, Carolinas, etc.
Se esta política está certa ou errada, não vou comentar, mas o que é fato é que resultou, pelo menos nos EUA.

Em vez de repetir aquilo que Dom Manuel fez há quinhentos anos, oferecendo de mão beijada à Flandres os mais qualificados comerciantes e banqueiros que Portugal tinha, repare-se o mal modificando leis e procedimentos para estancar fugas de gentes e capitais. Não é impossível fazer.
 
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    Re: Quinhentos Anos Depois, História Repete-se    Ver comentário
sabemius (seguir utilizador), 1 ponto , 19:13 | Quarta feira, 4 de janeiro
Os excessos de uns são os deficits dos outros
Borrifador (seguir utilizador), 2 pontos , 14:37 | Quarta feira, 4 de janeiro
O dinheiro que as empresas dos países do sul pagam à Holanda é depois transfereido para os mesmos sob a forma de empréstimos a taxas de juro a níveis de usura.

Isto é que é a UNIÃO EUROPEIA tal qual foi pensada!
 
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Este senhor ainda nem há um ano...
Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 15:22 | Quarta feira, 4 de janeiro
... veio com o discurso de JFK: "não perguntes o que o teu país pode fazer por ti, mas o que podes fazer pelo teu país".

Claro que para este senhor, o melhor que ele pode fazer pelo seu país é arranjar uma maneira de escapar ao fisco em Portugal... no fundo, no fundo, é um tuga vulgar.

Quanto a mim, Pingo Doce, JAMAIS!
 
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São as leis do Mercado...
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 17:08 | Quarta feira, 4 de janeiro

que marcam as políticas para as empresas e particulares.

Quantos que vivem na raia não vão às compras e meter gasolina a Espanha? Será que podem criticar o Soares dos Santos?...

e aqueles que investem ou fazem férias no estrangeiro?

O que choca nisto é o que foi dito e o que está a ser feito por este português que já foi condecorado pelos feitos em Portugal...

Talvez fosse altura de criar a palavra "descondecorar"...

neste sentido as condecorações póstumas são mais verdadeiras!

Ele bem dizia..."Venha, venha cá…Sabe bem pagar tão pouco"....

porque estava a pensar na Holanda!
 
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e...
sabemius (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 18:53 | Quarta feira, 4 de janeiro
Sim, e porque não fazemos o mesmo?! Na verdade é porque somos "muito mais inteligentes", não é?!
 
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Em Portugal a corrupção e a fuga aos impostos é
Resistente (seguir utilizador), 2 pontos , 21:27 | Quarta feira, 4 de janeiro
legal para uma pequena minoria. Mas para o resto dapopulação é ilegal. Eles pregam a moral da salvação do país, mas na prática nada mais anseiam que transferir lucros para fora do país

Alexandre Soares dos Santos, um dos principais mecenas para a campanha de Cavaco Silva, e o segundo homem mais rico do país, acaba de transferir a sede da holding que gere a cadeia de supermercados Pingo Doce para um paraiso fiscal onde se pagam menos impostos, enquanto os da sua área política pedem cada vez mais sacrificios, e roubam salários e direitos à generalidade dos portugueses. Obviamente, escrita no léxico economês os Media corporativos disfarçam a noticia.
 
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