27/05/2012 atualizado às 0:03
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Valentim Loureiro absolvido no caso Quinta do Ambrósio

Presidente da Câmara de Gondomar foi hoje absolvido do crime de burla no caso Quinta do Ambrósio

16:43 Quinta feira, 2 de fevereiro de 2012
Valentim Loureiro estava acusado por um crime de burla qualificada
Valentim Loureiro estava acusado por um crime de burla qualificada
Fernando Veludo

O tribunal de Gondomar absolveu hoje o presidente da Câmara local, Valentim Loureiro, que estava acusado por um crime de burla qualificada no âmbito de um processo relacionado com o negócio milionário da Quinta do Ambrósio.

Segundo o coletivo de juízes, não se provou um alegado "esquema ardiloso" para ludibriar a dona dos terrenos.

Ainda assim, o juiz-presidente disse que não lhe parecia "curial que a Câmara sirva de agência de mediação imobiliária".

No âmbito do mesmo processo, o vice-presidente da Câmara, José Luís Oliveira, e o fiscalista Laureano Gonçalves foram igualmente absolvidos da acusação de burla qualificada, mas condenados por branqueamento de capitais, com referência a fraude fiscal simples, a um ano e dez meses de prisão, pena suspensa por igual período.

José Oliveira vai recorrer


Já José Oliveira - disse o seu advogado, Artur Marques - vai recorrer do veredito.

Igualmente condenados por branqueamento de capitais foram o filho de Valentim Loureiro, Jorge Loureiro (um ano e dez meses de prisão, pena suspensa), e o advogado António Ramos Neves (um ano e dez meses de prisão, pena suspensa).

O Ministério Público dizia que o fiscalista Laureano Gonçalves obteve uma procuração irrevogável para negociar os terrenos da quinta, em troca de 1,072 milhões de euros, pagos através de cheque da 'immerton' uma sociedade offshore que teria sido constituída exclusivamente para este negócio.

Pouco depois, mas ainda antes de os terrenos serem desafetados da Reserva Agrícola Nacional, a propriedade foi revendida à Sociedade de Transportes da Cidade do Porto por quatro milhões de euros.

Ainda segundo o processo, Valentim Loureiro, o seu "vice" José Oliveira e Laureano Gonçalves teriam feito crer à dona da quinta que essa desafetação nunca se concretizaria, o que o tribunal não deu como provado.

Lusa
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Ó Ambrósio
BrincaNareia (seguir utilizador), 3 pontos (Divertido), 17:52 | Quinta feira, 2 de fevereiro

Desta já estamos safos !!

- Sim senhor major Valentão. Deseja mais alguma coisa !!!
 
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Ó Valentim,não se esqueça do grelhador
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 17:11 | Quinta feira, 2 de fevereiro
É que os robalos ainda estão no frigorífico!
 
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Mais um feito
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:24 | Quinta feira, 2 de fevereiro
E que grande feito de nós tugas acreditarmos na nossa excelente justiça?
 
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O que o tribunal não deu como provado.
JJFF (seguir utilizador), 2 pontos , 17:31 | Quinta feira, 2 de fevereiro
O tribunal não ter dado como provado que Valentim Loureiro, o seu "vice" José Oliveira e Laureano Gonçalves teriam feito crer à dona da quinta que essa desafetação nunca se concretizaria é o mais natural porque estes três "batidos" sabiam muito bem o que estavam a fazer para não deixar provas.
 
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    Re: O que o tribunal não deu como provado.    Ver comentário
leaodaselva (seguir utilizador), 1 ponto , 18:43 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Valentim absolvido...
papa quase tudo (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 17:37 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Se fosse um sem abrigo, seria condenado...

Pois, mas os sem abrigo não são trapaceiros...
 
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    Re: Valentim absolvido...    Ver comentário
Mar doce Mar (seguir utilizador), 1 ponto , 20:42 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Assim, sim. A justiça sempre funciona
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:40 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Até que enfim se resolveu este caso, pois tenho andado num enorme estado de ansiedade. Agora é só transferir esse Tribunal para Oeiras e pumba: acaba-se o martírio do pobre Isaltino. Porque se a justiça é cega, esses juízes, não.

E tudo porque não se provou um alegado “esquema ardiloso”. E muito bem. Então o major ia precisar de ser ardiloso? O major é cara-a-cara e olhos-nos-olhos. De certeza que botou nas trombas dos outros gajos: “é pá, tomem lá o terreno por 10, devolvam para aquela empresa com quem eu não tenho nada a ver, por 11 – ainda ganham algum -, que já tenho uns marmanjos para comprar por 150. O major não tem essas mariquices de ardis, é macho pra caramba

E pelo que percebi: valorizou-se um terreno. Que é precisamente o que o país necessita: valorizar.

E claro que um outro salafrário vai recorrer. Outra coisa não era de esperar: mais um recurso. Coitado: condenado por higiene no pilim. De certeza que naquele grupo, ninguém branqueia capital. Se o dinheiro tiver sujo, que se lixe, vai mesmo assim.

Ah, mas tenho a certeza que num instantinho a verdade virá à tona. Ou então não há justiça.
 
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Mas por quê ?
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 19:16 | Quinta feira, 2 de fevereiro

Mas por quê?

Mas por que o Valentim e o Isaltino têm que ir para a cadeia? Lugar de ladrão em Portugal é na rua... Só o pobre sem abrigo se deu mal... Isso de roubar polvo para comer, não dá futuro a ninguém... Roubar só muito, para distribuir entre os amigos, e se livrar da prisão.

"Antes de prosseguir o julgamento, juiz vai ouvir Joe Berardo no dia 16. Caso conclua que as provas que estiveram na origem do processo foram obtidas de forma ilegal, António da Hora admite considerar a prova nula, o que deverá significar a anulação de todo o processo.

O processo de contra-ordenação do Banco de Portugal contra seis antigos gestores do BCP, incluindo Jardim Gonçalves, e contra a própria instituição está em risco de ser considerado nulo."
 
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Ó Abreu!
CãodaRosa (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 0:35 | Sexta feira, 3 de fevereiro
Pois está claro, desta vez não foi o Abreu, mas foi o Ambrósio a dar cá o meu, dele "Coronel Valentim", no país miserável, de gente pobre de espiríto que alimenta e permite que estes chulos se governem à nossa custa. Mais, dobram-se até andarem de quatro patas e ainda agradecem a estes miseráveis.
 
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    Re: Ó Abreu!    Ver comentário
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 1:31 | Sexta feira, 3 de fevereiro
Está para vir o dia...
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 1:29 | Sexta feira, 3 de fevereiro


Em que um Presidente de Câmara seja condenado na comarca a que pertence.....

Ele há cá cada coincidência...

e depois esta figura de pena suspensa...

O coitado do sem-abrigo que roubou um polvo e um shampoo não teve pena suspensa...

Ele há cá cada coincidência...
 
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Aumente-se o ordenado dos juízes!
héraut (seguir utilizador), 1 ponto , 17:24 | Quinta feira, 2 de fevereiro
e distribuam-se os processos conforme a vontade e pachorra deles. Acho que já era tempo de deixarem de acusar os políticos de quaisquer crimes. Crie-se um estatuto especial para roubarem à vontade. Afinal de contas, imagine-se o que se gasta com estes processos que saem sempre à casa! O prejuízo assim é bem maior!
 
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    Re: Nem mais!    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 2 pontos , 17:30 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Coitado do sem abrigo que roubou polvo e Champô!
NoNameNuNo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:38 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Esse foi condenado!

Ainda estão por o localizar... é que um sem abrigo tem morada... incerta!
 
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Acho mto bem, acho mto bem...
RuyKosta (seguir utilizador), 1 ponto , 18:00 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Pena foi ter sido só 4 milhões e agora quem paga as horas de trabalho que o Major perdeu nas deslocações ao Tribunal???
 
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ATENCAO EXPRESSO
lavrense (seguir utilizador), 1 ponto , 18:11 | Quinta feira, 2 de fevereiro
 
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ATENCAO EXPRESSO
lavrense (seguir utilizador), 1 ponto , 18:14 | Quinta feira, 2 de fevereiro
O advogado condenado não se chama Antonio Araujo Neves mas sim ANTONIO ARAUJO RAMOS e é tão so o Presidente da Assembleia Municipal da Camara Municipal de Gondomar

Pois...
 
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sim ! sim !
porrada (seguir utilizador), 1 ponto , 18:45 | Quinta feira, 2 de fevereiro
eu tb não me eskeço do " capitão batata " por mim seria fuzilado .
 
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    Re: sim ! sim !    Ver comentário
rogério pimenta (seguir utilizador), 1 ponto , 20:00 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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