22 de maio de 2013 às 12:58
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Um ano depois, um governo em decadência

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)

Já todo País percebeu que Miguel Relvas acabará por sair deste governo, nem que seja numa próxima remodelação. Porque já toda a comunicação social percebeu que aquilo é um poço sem fundo de notícias e escândalos. Enquanto se mantiver no governo, todos os ministros estarão limitados. Nuno Crato fala de rigor e o País pensa em Miguel Relvas. Vitor Gaspar fala de sacrifícios partilhados por todos e o País pensa em Miguel Relvas. Pedro Passos Coelho agradece aos portugueses por suportarem as dificuldades e o País pensa em Miguel Relvas. Álvaro Santos Pereira fala de seja o que for e o País ri-se. É o único que consegue fazer esquecer Miguel Relvas. Queira ou não queira, Passos Coelho terá de se ver livre do ministro mais próximo de si.

Perante a possibilidade de atacar os trabalhadores do privado para tentar compensar a deliberação do Tribunal Constitucional sobre o assalto aos subsídios dos funcionários públicos, Paulo Portas avisou que é contra. O parceiro da coligação deixa assim claro que quer estar no governo mas não está disposto a pagar a factura do programa que defendeu. Paulo Portas não é Passos Coelho. É um sobrevivente.

Ao fim de um ano este governo já se assemelha a um governo em fim de ciclo. As razões parecem ser os pequenos escândalos. Mas isso é apenas a aparência. É a falta de credibilidade do caminho que escolheu para o País que agiganta os casos e degrada a imagem do executivo.

Ao mesmo tempo, o maior partido da oposição não aparece, aos olhos do eleitorado, como alternativa credível. Nem pode aparecer. Não tem apenas a ver com a falta de carisma de António José Seguro. O PS está encurralado na defesa do memorando da troika. E tudo o que pode dizer será sempre fraco. Porque é, antes de tudo, isso que está em causa: o programa imposto pela troika. Mesmo que teoricamente a maioria dos portugueses ainda acredite que se deve cumprir esse memorando, essa maioria não está, na prática, disponível para pagar o seu preço. E é normal que não esteja. A ideia de cumprir parece-lhe certa, mas sabe que esse cumprimento implica a destruição por décadas de um País.

Sejamos francos: este impasse não é apenas português. A receita europeia - que a Alemanha manterá por razões que ainda esta semana gostaria de tratar - não vai abrandar. E ela é impossível de aplicar. O resultado, nos países em maiores dificuldades, é que o bloco central que a aceita está a patinar na sua própria cobardia. Os governos sucedem-se e, em poucos meses, estão incrivelmente desgastados. Os ciclos políticos encurtam-se até à impossibilidade de garantir o mínimo de estabilidade política. Por uma razão simples: não há estabilidade política sem estabilidade social.

Das três uma: ou acontece um milagre na Alemanha e esta muda de rumo, ou surgem, nos países intervencionados, alternativas à troika - dentro ou fora dos partidos de centro-esquerda - que estejam dispostas a romper com este consenso suicida, ou a degradação da vida política nos países mais afetados pela crise levará à descrença absoluta dos cidadãos na democracia.

Miguel Relvas não é o facto político relevante. É o sinal da rápida degradação de um partido acabado de chegar ao poder para aplicar um programa sem qualquer apoio popular na sua concretização prática. Quem ficar à espera da mera alternância, sem um corte dos socialistas com a política imposta por Merkel, terá grandes desilusões. Um ano depois um governo dessa natureza estaria no mesmo estado em que este está. Se o problema do estado da nossa democracia é mais profundo, também terão de ser mais profundas as mudanças no nosso panorama político. Isto, claro, se queremos que a democracia sobreviva a esta crise. E há sempre quem não queira.

Comentários 107 Comentar
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Um ano depois da troika,Portugal levanta a cabeça!
É o que dizem os indicadores internacionais:Portugal está a readquirir a confiança externa, a cumprir os contratos, a recuperar o País e a apontar caminhos de crescimento económico,combate ao desemprego, praticando uma politica de verdade junto dos Portugueses.
O PCP,o Bloco e o PS,esses tem-se juntado numa oposição que nada trás ao País.,mas apenas arruaça e provocação junto de quem,legitimamente e eleito pelo Povo , exerce o poder!
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Razão de fundo
Na minha opinião. nesta crónica falta a referência à mãe de todas as causas: A falta de dinheiro, a dívida, o compromisso do empréstimo, os 30 anos de consumo acima da criação de riqueza, o esgotamento do crédito barato.

Todo resto são consequências disto, o governo não pode investir por não ter dinheiro, os bancos estão a ficar secos, muitas empresas privadas estão dependentes do estado e não há governos, com muitos ou poucos Relvas, que possam gerar crescimento.

Sem sangue não há vida e o dinheiro é o sangue da economia. Andar a receber algum, a bochechos e de chapéu na mão, não permite planos de longo prazo e os países que tiveram governos gastadores, agora limitam-se a gerir a crise.
Na nossa zona, Zapatero e Sócrates rebentaram com as arcas, nem o pó deixaram, e agora toda a península está sob tratamento de choque.

Nem há que ter ilusões, o PS não faz muitas ondas, porque o pior que lhe poderia acontecer agora era ir para o governo. O mesmo acontece em Espanha, onde o PSOE está super discreto.
O poder, neste momento e nestes países, é só para queimar.
As nossas discussões internas, a qualidade dos ministros, os desempenhos sectoriais, etc é só para passar o tempo. Sem bago, não há solução.....
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Decadências
O governo já era decadente antes de tomar posse, porque toda a gente sabia que na sua origem assentava num pressuposto errado, ou seja, resultou numa maioria que nunca o seria se os partidos que a suportam falassem verdade na campanha eleitoral. Quanto às vozes que a anunciam as diversas medidas da governação, quando se soltam, seja qual for a decisão, nós ouvimos "ESTÃO LIXADOS", vamos sacar-vos mais algum até ficarem totalmente depenados.
Iluminado
A par do douto acordão do TC, tb este ilustre comentador faz uma leitura atenta da realidade,principalmente a económica, na qual a balança comercial se perspectiva obter um desempenho inigualável nos últimos anos;o caminho trilhado,dificil,penoso,no restauro da imagem de uma paí,de um povo inteiro aos olhos dos nossos credores,entre outras...
Parece-me que,para combater a azia,há na farmácia alguns medicamentos capazes de o ajudar a melhorar alguma sintomatologia...
É de facto,caracteristica lusa,olhar para as coisas boas-e não estou a falar em quantificar o que foi feito,pode ser feito,entre outras-e procurar somente as coisas menos boas,procurando manter os nossos animos pelas ruas da amargura,porque,dizem, "é o fado português"...sofrer!!
Do alto da sua centelha luminosa fala de um governo em decadência...Decadente é a sua constante política na sombra,usando-se de alguns "direitos de antena",para procurar desgastar a imagem de alguém que tem lutado para contrariar o caminho que seguiamos! Têm sido feitas as melhores escolhas para nos tirar do lamaçal em que estavamos??? Talvez sim, talvez não!! Mas certamente que a sua ajuda preciosa e iluminada nunca será tida em consideração, porquanto continua somente na política do deita-abaixo...quando o que faria falta é a critica construtiva!mas "altos valores" falam por si,não é??? e depois quem me dava emprego???? tempos de crise...
Mais uma espectacular crónica sua...Obrigado por esta, mais uma, mão cheia de nada...
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Qual decadência???
Relvas tem de ser despedido quanto mais não seja para que se faça silêncio por uns tempos. Mas o principal será que esta história sirva de exemplo e que mais ninguém esteja a ocupar cargos politicos com vidas académicas obscuras. Não interessa para nada que sejam Dr ou Engenheiros, precisamos é de gente capaz e honesta. Ninguém merece em tão pouco tempo ter um Primeiro Ministro e um "segundo-Ministro" que forjaram licenciaturas!
DO já é bem crescidinho para perceber que ser um comentador de esquerda não é sinónimo !de só dizer mal da direita ou coisa parecida. É uma leitura tão básica e doentia que até xateia. Devia fazer uma reciclagem para entender que os factos tem de ser analisados com exactidão e correcção venham eles de que quadrante vierem. É tão previsivel o seu discurso faccioso que até seria dispensável. Os dados revelam que Portugal está a recuperar o prestigio e a melhorar as exportações. Isso para si é decadência??? Incomodam-no estes resultados??
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Tem razão. DO tornou-se previsível... Ver comentário
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1 ano de Governo..
Daniel Oliveira, esse grande oráculo da política nacional vaticina a morte política de Miguel Relvas, é verdade que este ministro encontra-se muito fragilizado e provavelmente será um dos remodeláveis numa alegada substituição de elementos na equipa governativa mas é curioso esta obsessão em abater Miguel Relvas, alias é bem conhecido o seu ódio e DO faz questão de demonstrá-lo quase diariamente.

Quanto ao Governo, DO refere que este assemelha-se a um em fim de ciclo, é extraordinária esta análise já que qualquer pessoa com o mínimo de inteligência sabia que esta legislatura de 4anos seria extremamente difícil, é bom lembrar a esta criatura iluminada que o país está em pré-bancarrota, sob um programa de ajustamento, este Governo tem a tarefa hercúlea de pôr as contas em ordem, reorganizar a máquina e as funções do Estado, parar com o sucessivo endividamento ano após ano e criar condições para a Economia crescer.

Todos sabemos e DO também o sabe que qualquer que fosse o Governo teria um enorme desgaste, não há subsídios para distribuir, não há fundos para obras públicas, pelo contrário a missão é cortar, cortar e cortar.

Este Governo corre um enorme risco em perder as próximas eleições legislativas mas esse facto não deve impedi-lo de prosseguir na sua missão, nesse aspecto há que louvar a coragem em certas decisões sabendo que perderá votos e é evidente que está a incomodar muitos sectores da nossa sociedade.

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um-ano-depois-um-governo-em-decadencia
Este governo que foi a esperança para todos os que acreditaram nas mentiras, são hoje a desilusão. Na verdade os tempos estão difíceis e como se costuma dizer, ninguém consegue fazer omeletes sem ovos. No entanto há sempre maneira de dar a volta ao problema e é isso que este governo não foi capaz de fazer. Com uma agenda neoliberal levou-a ao extremo e está a matar todas as galinhas, acabando assim com os ovos. Não cumpriu nada do que prometeu e acima de tudo só faz trapalhadas. Todos sabemos que a maioria dos ministros foram uma terceira e até quarta escolha. No entanto podiam ser competentes o que não é o caso. A maioria senão todos não sabem o que fazem, nem o que estão lá a fazer, a não ser a destruição dum País e a levar um povo à miséria. Hoje estamos pior que há um ano e se este governo continuar daqui a um ano, pior estaremos em relação a hoje.

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/07/miguel-relvas-o-novo-papa.html

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UMA ESQUERDA IMPREPARADA, RETROGRADA E SUICIDA
A esquerda portuguesa é a todos os níveis sui generis. Consegue ser a esquerda mais safada da Europa pois ninguém lhe pode assacar responsabilidades do q quer q seja e possuem uma prodigiosa propensão p a amnesia selectiva. O texto com q hoje nos brinda este jornalista da esquerda fascista mais não é do q o melhor exemplo do quanto doentia e prejudicial tem sido esta gente p Portugal. A esquerda só sabe falar do presente. Ignora olimpicamente o passado e se esse lhes é nefasto, então nunca existiu. Realizam as melhores análises mas sempre omitindo ou manipulando a realidade dos factos. As soluções apresentadas são sempre mágicas e fáceis, mas p q assim sejam é imperativo q essa esquerda não esteja no poder. No caso português nunca deixaram o país melhor do q o encontraram e, caso houvesse duvidas elas ficam dissipadas com a resgate internacional em curso. Foram os socialistas e mais ninguém q conduziram Portugal á bancarrota. Sobre isso creio q não há duvidas. Foram os socialistas q negociaram e assumiram em nome do país certos e determinados compromissos q têm q ser obrigatoriamente honrados pelo actual governo. Se por acaso o actual governo optasse pelas sempre fáceis e levianas soluções da esquerda Portugal já tinha recebido um cartão amarelo e provavelmente o dinheiro q mantem o Estado á superfície já tinha começado a ser racionado. A irresponsabilidade da esquerda é talvez a sua imagem d marca. O melhor exemplo d q assim é, é analisarmos as soluções propostas pelo ...
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DO
Não vejo qual é a sua admiração, pois isto tem sido prática comum desde o inicio desta mamocracia, ajudar os boys, ou então está a fazer vista grossa aos casos vergonhosos existentes neste país.
Agradeçam ao tal que intitulam o pai desta mamocracia, e que por sinal tinha de ser da esquerda xuxa.
A GRANDE ESCOLHA
ESTAMOS EM GUERRA!!!

O ESTADO está REFÉM dos interesses privados!!! Isto não é apanágio de Portugal, nem da UE, mas é a consequência de décadas de desregulação financeira e de PROPAGANDA que levaram uma grande maioria de pessoas a acreditar nos benefícios da INICIATIVA PRIVADA, do "empreendedorismo" e do Neo-Liberalismo, num Mundo dominado pelas teorias económicas e financeiras anglo-saxónicas que Thatcher e Reagan abraçaram nos anos 80!!!

Com o Acto Único e Maastricht, a UE abandonou os princípios de solidariedade e cooperação em que se baseara a CEE, e virou-se para a "concorrência e competitividade num espaço sem fronteiras" que iriam conduzir à "democracia de mercado".

Estão a conduzir, ISSO SIM, a uma nova forma de DITADURA e de EXCLUSÃO SOCIAL de que ainda nem podemos vislumbrar as VERDADEIRAS CONSEQUÊNCIAS, e com que teremos de viver ainda por MUITAS DÉCADAS!!!

O grande princípio da IGUALDADE DE DIREITOS herdado da Revolução Francesa e que está na base de todas as DEMOCRACIAS foi abandonado a favor da "meritocracia" e da pretensa liberdade conferida pela imagem do "empreendedor" que pelo seu esforço se torna milionário, criando uma sociedade DIVIDIDA entre os que supostamente "SE ESFORÇAM" e os que "NÃO TRABALHAM", partindo da FAlÁCIA de que TODOS TÊM AS MESMAS CAPACIDADES!!!

A ESCOLHA é continuar em direcção ao ABISMO, OU ROMPER COM ESTE STATU QUO, declarar INCUMPRIMENTO, SAIR DA UE E DO EURO, e ENCONTRAR OUTRO CAMINHO!!! (continua)
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A GRANDE ESCOLHA (CONTINUAÇÃO)
O ESTADO não são "ELES", nem é "UM EMPECILHO": O ESTADO SOMOS TODOS NÓS!!

O ESTADO tem estado a ser gerido como uma EMPRESA, e as Empresas Públicas têm "gestores" vindos do Privado, que as gerem como se fossem EMPRESAS PRIVADAS!!! ESSE É QUE É O ERRO!!!

NÃO FAZ SENTIDO que haja pagamentos e mais-valias DENTRO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, CONTABILIDADES SEPARADAS COM COMPENSAÇÕES FINANCEIRAS, e muito menos PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS QUANDO OS INTERESSES E OS FINS SÃO ANTAGÓNICOS!!!

Numa situação que é o INVERSO de 1975, é necessário o ESTADO NACIONALIZAR as empresas falidas com interesse sistémico (em vez de as privatizar), pois se nessa altura foi um roubo aos accionistas, neste momento o Estado está a financiar empresas falidas POR CULPA desses accionistas que ELEGERAM os Conselhos de Administração e APROVARAM os relatórios de Contas!!!

O ESTADO é a única tábua de salvação de uma jangada que se afunda, e é a única entidade que pode desempenhar o papel REGULADOR E REDISTRIBUTIVO da riqueza, ESSENCIAL para a sobrevivência da sociedade como UM TODO!!!

Segundo notícia recente, as 6 maiores empresas portuguesas conseguiram captar com a emissão de obrigações 1,77 mil milhões de euros que acabaram de ser investidos na ESPECULAçÃO DOS JUROS ATRACTIVOS em vez de serem INVESTIDOS DIRECTAMENTE NA PRODUÇÃO!

É NECESSÁRIO UM PLANO INDUSTRIAL, E A ESCOLHA QUE TEM DE SER FEITA DEVE SUBORDINAR OS INTERESSES PRIVADOS AO INTERESSE PÚBLICO!!!
...
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Outra vez o Relvas?
Relvas ao pequeno almoço,
Relvas ao almoço,
Relvas ao jantar

Arghhh
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O regabofe e a decadência
O governo está em decadencia porque está a cortar no regabofe, nos milhões gastos no descontrolo da educação, da saude, nas rendas à EDP, nas mordomias dos ex-politicos, nos institutos, nas fundações, etc, etc.
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cheguem de rigor.


Os Países credores pedem rigor e ainda mais rigor.

Pelo contrário Nós todos queremos a queda, a supressão do Euro.
Uma morte já anunciada por muitos economistas famosos.
De facto o Euro está vivo graças a um ventilador.

Portanto senhores e senhoras, metam-se na sua vida e o resto é connosco.

Um ano depois ... Ver comentário
este tambem quer outro golpe de estado...
estilo sampaio.....
so pode... quem lhe paga... exige
o que nao aceita é a privatizaçao da rtp, o julgamento do freeport... da face oculta... do assassinato por traficantes de armas, de sa carneiro e amaro da costa...
  no golpe de estado do sampaio foram os banqueiros que pressionaram para evitar serem taxados ....... desta vez adivinhem quem anda a mexer so cordelinhos.....
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